domingo, 5 de setembro de 2010

El Papa pone tres condiciones para la fe y hace un retrato de León XIII que podría ser suyo



Las palabras de Benedicto XVI en Carpineto Romano parecen dedicadas a quienes miran al Vaticano con hostilidad creciente.

«En una época de áspero anticlericalismo y de encendidas manifestaciones contra el Papa, supo guiar y sostener a los católicos mediante una participación constructiva, rica en contenidos, firme sobre los principios y capaz de una apertura... Un Papa muy anciano, pero sabio y de amplias miras, pudo introducir en el siglo XX a una Iglesia rejuvenecida, con la actitud precisa para afrontar los nuevos desafíos. Era un Papa aún política y físicamente prisionero en el Vaticano, pero en realidad, con su Magisterio, representaba a una Iglesia capaz de afrontar sin complejos las grandes cuestiones del mundo contemporáneo».

Cambiando «siglo XX» por «siglo XXI», y entendiendo la palabra prisionero no como tuvo lugar realmente tras la apropiación por la nueva Italia de los Estados Pontificios (desde 1870 hasta el Tratado de Letrán de 1929), sino como el aislamiento al que los adversarios de Benedicto XVI, dentro y fuera de la Iglesia, querrían condenar al Papa, el párrafo anterior parecería poder resumir las características de los cinco años de pontificado de Joseph Ratzinger.

Pero son palabras de él mismo en el homenaje que rindió a León XIII en el bicentenario de su nacimiento, en Carpineto Romano, a pocos kilómetros al sur de Roma. Allí se desplazó el Papa este domingo, como hicieron en su día Pablo VI y Juan Pablo II, y los vecinos de la localidad y sus alrededores demostraron, con su acogida masiva, que la soledad de Benedicto XVI sólo está en la imaginación de quienes quieren obstaculizar su labor.

Por ejemplo, quienes en el Reino Unido llevan meses intentando que fracase su inminente visita a Inglaterra y Escocia (16 a 19 de septiembre), y airean en estos días encuestas que hablan de un interés en ella de «sólo» una tercera parte de los británicos... cuando los católicos se sitúan en torno a un 10% de la población.

Tres condiciones necesarias

El Papa dijo misa en Carpineto Romano y posteriormente regresó a Castelgandolfo, donde rezó el Angelus como es habitual todos los domingos.

En su homilía, Benedicto XVI señaló también «tres condiciones necesarias» para la fe: «Amar a Jesucristo más que a ninguna otra persona y más que a la propia vida, tomar la propia cruz y seguirle, y renunciar al apego a todos los bienes». Y señaló la importancia de la oración para lograr estos tres objetivos: «Sin la unión interior con Dios, no podemos hacer nada», afirmó el Papa.

Fuente: Religión en Libertad

sábado, 4 de setembro de 2010

Dom Antonio Augusto Dias: Direito à Vida e as Eleições de 2010



O direito à vida é o primeiro dos direitos naturais, é um dos direitos supra-estatais (como ensinava o eminente jurista Pontes de Miranda – Comentários à Constituição de 1946, 3ª ed., Tomo IV, pg. 242-243: “não existem conforme os cria ou regula a lei; existem a despeito das leis que os pretendem modificar ou conceituar. Não resultam das leis, precedem-nas; não têm o conteúdo que elas lhes dão, recebem-no do direito das gentes”), porque diz respeito à própria natureza humana e daí o seu caráter inviolável, intemporal e universal (cf. Manoel Gonçalves Filho, Comentários à Constituição Brasileira de 1988, Saraiva 1990, vol. I, p. 23).

Direito originário, condicionante dos demais direitos da personalidade – direito fundamental absoluto – o direito à vida é um direito-matriz, explicitamente mencionado no artigo 5º da Constituição Brasileira de 1988 (“à inviolabilidade do direito à vida” é gratuito ‘petreamente’, isto é, qualquer ação contra a vida, toda medida que permite interrompê-la em seu desenvolvimento intra-uterino ou em qualquer fase da existência, seja qual for a justificação, é, inequivocamente, inconstitucional e anticonstitucional e, portanto, um ato de lesa-sociedade).

Convém considerar que desde a Proclamação da República em 15 de novembro de 1889, o caráter laical do Estado Brasileiro marcou profundamente a legislação do país, e nas Constituições de 1891, 1934, 1937, 1946, 1967 e 1988, tutelaram, e atualmente continua tutelando, os direitos humanos fundamentais: “à liberdade, à segurança individual e à propriedade” (Constituições de 1891, 1934, 1937), “à inviolabilidade dos direitos concernentes à vida, à liberdade, à segurança e à propriedade” (Constituições de 1946, art. 141 e de 1967, art. 150), “à inviolabilidade do direito à vida” (Constituição de 1988, art. 5º).

Certamente esse Estado brasileiro laical, desvinculado logicamente da religião, mas respeitando todas as crenças existentes no Brasil, não se inspirou em princípios e em sentimentos religiosos ao redigir esses artigos que assegura constitucionalmente os direitos fundamentais dos seus cidadãos e certamente fundamentaram-se somente na dignidade da pessoa humana e não apenas na fé religiosa.

A ordem jurídica, repetindo, – não só a religiosa – é quem socialmente exige o respeito e a proteção ao bem supremo da pessoa, que é a vida humana em todas as fases de suas manifestações. Reconhece assim que a vida humana jamais é uma concessão jurídico-estatal e, inclusive, o direito a ela transcende ao direito da pessoa sobre si mesma, mas é um direito natural anterior à constituição do Estado e da própria sociedade.

A pessoa humana não vive só para si, mas também, para a sociedade, e para o bem do Estado, já que ela não só é portadora de humanidade, mas é patrimônio da humanidade.

Nelson Hungria, conhecido e afamado jurista brasileiro, afirmava que quem pratica o aborto não opera ‘in materiam’, mas atua contra um ser humano na ante-sala da vida civil, o que acaba acarretando com esse ato homicida numa civilização da violência e da morte.

O titular da vida humana é unicamente a própria pessoa, que desde a sua concepção tem seus direitos garantidos (conforme o artigo 2º do Código Civil Brasileiro de 2002, o artigo 41 da Convenção Americana sobre Direitos Humanos e o preâmbulo da Convenção Internacional sobre os Direitos da Criança), e tem personalidade jurídica formal, desde seu momento inicial na fecundação, embora adquira só com o nascimento a sua personalidade jurídica material.

Ainda que não nascida tem capacidade de direito, não de exercício, devendo aos pais ou o curador zelar pelos interesses como são amparados pelo sistema jurídico brasileiro.

Não é válido portanto o argumento de que cabe à mulher o direito absoluto de dispor livremente da sua saúde reprodutiva, pois uma vez que há uma vida semelhante à sua no seu útero e em desenvolvimento, esse caráter absoluto deixa de existir. Uma vez que é mãe a sua saúde reprodutiva continuará sendo um direito associado a deveres constitucionais básicos: assistir socialmente ao filho (cf., art. 203), proporcionar-lhes alimento (cf., art. 5º, LVII), cuidar do filho se tem anomalias físicas ou psíquicas (cf, art. 227, § 1º, II). Inclusive se corre o risco de vida estando grávida ou se o filho resultou de um estrupo, deve saber que a vida humana concebida é um bem jurídico maior e qualquer ação contra ela é um crime horrendo, ainda que não se aplique uma pena contra ele (caput do artigo 128, do Código Penal Brasileiro). A exclusão da culpabilidade não significa a exclusão da juridicidade, já que o aborto sempre é um crime contra a pessoa humana (conforme o Título I – “Dos crimes contra a Pessoa”, parte especial do Código Penal Brasileiro).

O crime do aborto existe sempre e mesmo que haja discussão acadêmicas, política-partidárias, legislativas e, até mesmo, haja um plebiscito com resultado a favor do aborto legal, não se irá tornar ético um ato profundamente anti-ético, anti-social e, sobretudo, anti-natural e sangrento.

Nesse período de campanha eleitoral quando se procura uma renovação dos quadros executivos e legislativos do país e dos estados brasileiros o tema do aborto e demais temas correlatos – eutanásia, anticoncepção abortiva, distanásia, segurança pública, atendimento hospitalar público – podem ficar escondidos, sob o manto midiático de manchetes chamativas a respeito das pesquisas de opinião pública ou do crescimento econômico-social promovido por governantes e partidos a eles ligados.

O povo brasileiro não pode continuar sendo ingênuo e continuar na atitude de omissão política. O exemplo que ele deu na campanha ficha limpa é demonstrativo do seu poder transformador da sociedade.

É necessário que os brasileiros tirem a venda dos olhos e enxerguem com nitidez nos olhos dos seus candidatos e vejam neles a intenção, sem eufemismos de palavras, de defender realmente a vida humana desde a sua concepção até o seu final natural, que eles e elas mostrem nos seus programas de governo e nos seus projetos legislativos a vontade política de promover a natureza e a finalidade social da família brasileira fundada sobre o casamento entre o homem e a mulher, e que respeitem de verdade a inteligência dos cidadãos, não enganando-os mais com palavras e slogans políticos vazios.

Votar conscientemente é um direito e não só um dever político! Enganar conscientemente e “marqueteiramente” os eleitores é um crime contra a nação! Governar e legislar a favor da Vida Limpa, sem manchas ou poças sanguinolentas, é a esperança dos milhões de eleitores que são a favor da vida do brasileiro!

O Autor é Bispo Auxiliar da Arquidiocese do Rio de Janeiro e médico-pediatra.

Fonte: Veritatis

DÉCIMO QUINTO DOMINGO DEPOIS DE PENTECOSTES

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Um filme sobre São Pio X: "Gli uomini non guardano il cielo"

Vaya Santidad, por favor. Le seguiremos



Artículo de José Luis Restán sobre el próximo viaje del Papa Benedicto XVI a Gran Bretaña

Llevo veinte años siguiendo viajes del Papa, primero del llorado Juan Pablo II y ahora de Benedicto XVI. Y sé hasta qué punto podemos abusar los periodistas de frases hechas, brillantes y lapidarias, para dar lustre a nuestras crónicas. Pero no creo exagerar si digo que la inminente visita del Papa Ratzinger al Reino Unido es seguramente la prueba más dura y comprometida a la que se ha sometido un Pontífice a la hora de abandonar voluntariamente Roma para realizar el oficio de confirmar en la fe a sus hermanos.

Empecemos por lo más próximo. Quizás nunca la grácil Inglaterra y la melancólica Escocia hayan preparado un recibimiento tan poco gentil a un invitado de semejante rango como el Obispo de Roma. Y conste que no hablo de sus autoridades, que han colaborado ejemplarmente en la organización, sino de agentes y grupos sociales relevantes, periódicos y televisiones, intelectuales y lobbys varios, que se han empeñado con saña patética en una especie de gran pitada previa a la llegada de Benedicto XVI. Dan ganas de decir: "sí, ya sabemos que no le queréis y lo entendemos demasiado bien, pero por favor, no os comportéis como matones de taberna". La Inglaterra de Bekett y Churchill, de Chesterton y Shakespeare debe llorar por esta burda representación en la que caben libelos que propalan la supuesta homosexualidad del Papa, anuncios hostiles en los autobuses y hasta intentos de sentar en el banquillo al Sucesor de Pedro. ¿Hubiera disfrutado Enrique VIII?, yo creo que ni siquiera.

Pero hay temas de mayor calado. La sociedad británica experimenta una desazón paradigmática para Occidente. Apenas puede reconocerse en un espacio de convicciones comunes, está lacerada por el nihilismo y la ingeniería social, ha jugado al multiculturalismo con desastrosas consecuencias, y sus reservas de vitalidad espiritual se han visto dramáticamente menguadas en los últimos decenios. La crisis de la Comunión Anglicana es devastadora, y la minoritaria Iglesia católica (aunque con una historia gloriosa de mártires y confesores) ha estado más pendiente de hacerse aceptar que de proponer con inteligencia y libertad su propuesta en los últimos tiempos. Aunque es verdad que algunos gestos y palabras del nuevo arzobispo de Westminster, Vincent Nichols, permiten albergar la esperanza de un nuevo estilo de presencia. Falta hace, porque en la gran isla la hostilidad y acritud hacia la fe cristiana, y más aún hacia la Iglesia Católica, alcanza cotas de verdadero histerismo.

Y en éstas llega Benedicto. Llega porque quiere, porque así lo ha decidido, bien consciente de lo que está en juego. Habría sido muy fácil evitarlo y otros países más gratos celebrarían con alborozo su visita. Además, él mismo estableció la norma de que el Papa no presida las ceremonias de beatificación y sin embargo... Por supuesto, quiere ir por Newman (al que considera un padre espiritual, más aún, casi un hermano) pero no sólo. Quiere ir por el tesoro de la fe que amenaza extinguirse como una débil llama en tantos lugares de la tierra. Y allí especialmente. Quiere ir para mostrar que el cristianismo tiene futuro, que no teme estar en medio de los padecimientos y oscuridades de la época, que es el verdadero garante de la razón, de la tan invocada tolerancia, de la verdadera justicia. Otra vez el susurro de siempre, "Santidad, no vaya".

Y debe pensar: "pero si para esto me han elegido". Para entrar en el barro de esta hora de gran rechazo, en algunos casos hasta de odio... pero también de sed, de necesidad inmensa de una palabra de auténtica esperanza. ¿Qué sería del mundo si la Iglesia se retirase ante el gran rechazo? Recordemos al genial inglés T.S. Eliot, aunque resulte duro: "Si la sangre de los Mártires ha de correr sobre los peldaños, primero debemos construir los peldaños; si el Templo ha de ser demolido, primero debemos construir el Templo". Para eso va, para construir los peldaños, para levantar el Templo. Después la libertad de los hombres, y sobre todo la libertad de Dios, decidirán.

Va también por el pequeño resto que vive su fe con alegría, para alentarle a permanecer, para decirle que Pedro puede parece frágil, poca cosa en medio de la tormenta, pero es una roca firme que ni la BBC ni The Guardian, ni los vendedores de literatura basura pueden remover. Y va por los abandonados, los solitarios, los anegados en la marea de esta nada. Los que extienden los brazos como la multitud hambrienta que seguía a Jesús. Vaya Santidad, por favor. Le seguiremos.

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Dom Antonio Gil Moreira recorda que não se pode aceitar partidos ou políticos que defendam o aborto



A Arquidiocese de Juiz de Fora (MG) lançou recentemente uma carta escrita pelo Arcebispo Dom Gil Antônio Moreira com explicações úteis para as próximas eleições, comentários sobre a anulação de votos, além de tratar questões como a vida, a família e a confissão religiosa relacionada à política. A Carta tem por objetivo orientar os fiéis para que exerçam um voto consciente. Entre outros temas de destaque Dom Gil reitera que para a Igreja, a vida é sagrada e que, por isso, não pode aceitar partidos ou políticos que defendam o aborto.

“A política serve a questões sociais. E a Igreja procura olhar isso. Ela quer orientar o fiel para colaborar com a sociedade”, explica Dom Gil. O arcebispo disse que como pastor, não pode deixar de oferecer orientações. Durante a divulgação da carta também foi apresentada a Comissão de Fé e Política Arquidiocesana, composta por 25 membros (leigos e padres), responsáveis por orientar os fiéis em relação às questões políticas.

A carta também fala que a Igreja não deve indicar partidos e nem fazer “politicagem”. Ao mesmo tempo, “reconhecemos nosso papel político, que é procurar o bem comum”, explica Dom Gil.

Dom Gil também ressalta que a Igreja não tem partidos ou políticos. “Ela anima seus fiéis a se candidatarem, mas não é cabo eleitoral”, completa.

“Temos princípios, mas não partidos”, disse. Ele lembrou que é difícil a realidade política no país, mas que ainda assim existem políticos bons, que merecem a confiança da população. O arcebispo lembrou as iniciativas da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), que lutaram por projetos como o ‘Ficha Limpa’ e a lei 9840, contra a compra de votos.

A carta incentiva os fiéis a votar e não anular o voto. Dom Gil disse que a Igreja tem esperança que os políticos melhorem a sociedade. “É necessário votar, lutando contra uma política ruim”, diz.

Outras questões tratadas são a vida e a família. O arcebispo disse que, para a igreja, a vida é sagrada e que, por isso, não pode aceitar partidos ou políticos que defendam o aborto. O documento atenta ainda para o fato de que é necessário analisar se os programas de governo defendem a família.

O último ponto tratado pelo documento, diz ao fiel para verificar se o candidato, depois de eleito, pode perseguir católicos. Ele diz que o candidato não precisa ser necessariamente católico, mas deve estar em comunhão com os princípios da Igreja.

Dom Gil conclui o documento e a apresentação do mesmo, pedindo aos católicos e às pessoas de boa vontade a votarem em políticos que queiram o bem do país, exercendo o cargo concedido de maneira ética. O arcebispo estimula o clero e os leigos que trabalham na Igreja a conscientizarem o cidadão para que participe com “coragem e discernimento nas próximas eleições”.

Para ler a carta na íntegra, clique aqui:

Fonte: Aci digital

El Papa afrontará la persecución en el Reino Unido



Se intensifica la hostilidad a pocos días del viaje


Por el padre John Flynn

ROMA, lunes 30 de agosto de 2010 (ZENIT.org).- Conforme se acerca la fecha para el viaje de Benedicto XVI a mediados de septiembre a Escocia e Inglaterra, la hostilidad contra la religión es cada vez más intensa.

Peter Tatchell, un conocido crítico de la Iglesia católica, escribió un artículo de opinión, publicado el pasado 13 de agosto por el diario The Independent. "La mayoría de los católicos se oponen a muchas de sus enseñanzas", reivindicada en relación con el Papa.

En su papel de portavoz de la campaña de protesta contra el Papa, Tatchell proseguía con una larga lista de “trapos sucios” de enseñanzas de la Iglesia, a las que describió como duras y extremas.

Tatchell ha sido elegido también por la emisora de televisión Canal 4 para presentar un programa de 60 minutos sobre el Papa, que se retransmitirá durante el momento de la visita papal, informó el diario Telegraph el 4 de junio.

No será el único especial televisivo crítico con la Iglesia católica. La BBC está trabajando en un documental de cuatro horas sobre los escándalos de abusos por parte del clero, informó el diario The Guardian el pasado 3 de agosto.

Junto con la no sorprendente oposición a la visita por parte de la Orden de Orange de Irlanda y del predicador protestante Ian Paisley, el Gobierno británico fue cogido por sorpresa en un vergonzoso ejemplo de prejuicio anti-católico.

El Foreign Office tuvo que presentar una disculpa oficial después de conocerse un documento gubernamental sobre la visita, hecho público el 25 de abril por el Sunday Times. Un documento que formaba parte de un paquete de instrucciones para los funcionarios del Gobierno, que sugería que el Papa debería despedir a sus “poco fiables obispos”, disculparse por la Armada Invencible e inaugurar una clínica abortista.

Nervios

Los ataques no han quedado sin respuesta. Aunque no son representantes oficiales de la Iglesia, se ha creado un grupo de oradores católicos bajo el nombre de Catholic Voices (Voces católicas). Bajo el liderazgo de Jack Valero, quien es directora del Opus Dei en el Reino Unido, el equipo de oradores se están ofreciendo para defender las enseñanzas de la Iglesia.

El apoyo procede también de fuentes laicas. El autodeclarado ateo Padraig Reidy criticó el carácter extremo de la retórica anticatólica en un artículo publicado por el diario The Observer el 22 de agosto.

El 28 de julio, Kevin Rooney, también ateo, escribiendo para el sitio web Spiked, describió los ataques a la Iglesia como "intolerantes, reprobables e ignorantes".

Rooney, quien creció como republicano socialista en Belfast, dijo que los críticos no sólo se oponen a las enseñanzas de la Iglesia, sino también quieren impedir absolutamente que hable. Por otra parte, señaló, las acusaciones hechas contra la Iglesia son tomadas inmediatamente como verdaderas, sin necesidad de pruebas.

"Al igual que sucede con el derecho a la libertad de expresión, parece que el derecho a ser considerado inocente mientras no se pruebe la culpabilidad no se extiende a la Iglesia católica", observó.

Los problemas que enfrenta la Iglesia están lejos de limitarse a la hostilidad verbal. Una serie de leyes sobre crímenes llamados “de odio y” de anti discriminación están creando una serie continua de desafíos legales para los cristianos en el Reino Unido.

De acuerdo con un folleto recientemente publicado sobre este tema por Jon Gower Davies, hay más de 35 leyes del Parlamento, 52 decretos, 13 Códigos de prácticas, tres Códigos de orientación, y 16 directivas de la Comisión europea que influyen en la discriminación.

En A New Inquisition: religious persecution in Britain today (Una Nueva Inquisición: la persecución religiosa en Gran Bretaña hoy, ed. Civitas) esboza una serie de casos recientes donde los cristianos han sufrido por causa de estas leyes.

Adopción

El último ejemplo de esto fue la pérdida de la agencia Catholic Care de Leeds, de una apelación al Tribunal Supremo sobre la cuestión de si pueden seguir negándose a poner a niños en adopción con parejas del mismo sexo.

El origen del caso fue un reglamento de 2007 la orientación sexual, que prohibió las agencias de adopción de tal "discriminación".

Según un artículo publicado 19 de agosto por el diario Telegraph, Catholic Care es la última agencia de adopción católica que se resistía a la normativa. Desde que la ley entró en vigor en enero de 2009, las otras 11 agencias de adopción católicas han tenido que cerrar sus puertas o romper sus lazos con la Iglesia.

Ha habido muchos otros casos en los últimos meses donde los cristianos se han enfrentado batallas legales.

- Una cuidadora ganó su batalla por seguir cuidando niños, después de que se le hubiese prohibido por el ayuntamiento de Gateshead. La prohibición se debió al hecho de que una niña de 16 años que estaba cuidando decidió convertirse del Islam al cristianismo. La cuidadora, que permaneció en el anonimato para proteger la identidad de la muchacha, había cuidado a más de 45 niños. Aunque la cuestión se enderezó al final, la mujer sufrió considerables pérdidas financieras debido a la prohibición. (The Christian Institute, 11 de julio)

- Un predicador cristiano fue arrestado por decir públicamente que la homosexualidad es un pecado. Dale McAlpine fue encerrado en una celda durante siete horas y posteriormente acusado de "provocar acoso, alarma o angustia" (The Telegraph, 2 de mayo). Después de las protestas generalizadas se retiraron los cargos. (The Christian Post, 18 de mayo)

- Un consejero matrimonial cristiano vio negada su oportunidad de ir a la Corte de Apelación respecto a su despido por parte de Relate Avon, después de que admitiera que no podía aconsejar a las parejas del mismo sexo a causa de sus creencias. Gary McFarlane perdió su reclamación por despido improcedente en un tribunal laboral y en una audiencia posterior en el tribunal de apelaciones. (Christian Today, 29 de abril)

- Shirley Chaplin, una enfermera cristiana, perdió una demanda por discriminación después de su traslado a tareas de despacho a raíz de su negativa a quitarse un crucifijo que llevaba al cuello. A pesar de que John Hollow, presidente del comité del tribunal laboral, admitió que Chaplin había llevado puesto el crucifijo durante 30 años como enfermera, dijo que llevarlo no era una exigencia de la fe cristiana. El arzobispo de Canterbury, Rowan Williams, mencionó el caso en su sermón de Pascua. Afirmó que había una''extraña mezcla de desprecio y temor hacia el cristianismo''. (The Telegraph, 6 de abril)

A principios de este año, la situación llegó al punto de que el ex arzobispo de Canterbury, Lord Carey, junto con otros seis obispos anglicanos, escribió una carta al Sunday Telegraph protestanto de que los cristianos en Gran Bretaña están siendo perseguidos y tratados con falta de respeto.
En un artículo sobre la carta del 28 de marzo en la edición del Sunday Telegraph, explicó, los obispos sostuvieron que, mientras que a los creyentes de otras religiones se les muestra un tratamiento más sensible, los cristianos son castigados.

"Ha habido numerosos casos despidos de cristianos practicantes de sus empleos por razones que son inaceptables en un país civilizado", declamaba la carta.

Derecho a ser escuchado

La notoriedad de las restricciones a los cristianos llegaron al punto de que el Papa interviniese públicamente. Durante su discurso del 1 de febrero a los obispos de Inglaterra y Gales, presentes en Roma para su visita ad Limina, hizo un comentario sobre el tema.

Benedicto XVI observó que su país se destacaba por su igualdad de oportunidades para todos los miembros de la sociedad. A continuación, instó a los obispos a resistirse cuando la legislación violara la libertad de las comunidades religiosas.

"En algunos aspectos, esta viola la ley natural sobre la que se basa y por la que se garantiza la igualdad de todos los seres humanos. Les ruego como pastores que garanticen que la enseñanza moral de la Iglesia se presenta siempre en su totalidad y se defiende de forma convincente" dijo el Papa.

"La fidelidad al Evangelio no restringe la libertad de los demás - por el contrario, sirve a su libertad, ofreciéndoles la verdad", agregó.

Dada la preocupación del Papa sobre este asunto, y los continuos casos de persecución cristiana, bien podemos esperar que hable sobre ello durante su visita el próximo mes.

Traducción: Inma Álvarez
Fuente: Zenit

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Dom Miguel Ângelo Freitas Ribeiro sobre eleições 2010: Não maratás!




São quatro os direitos fundamentais da pessoa humana: direito à vida; direito à propriedade; direito à liberdade e direito à honra. “Quando se denota a ausência de um deles, a pessoa desaparece: sem vida não existe, sem propriedade não subsiste, sem liberdade, principalmente a religiosa, não se desenvolve, e sem honra não se relaciona.” (Dom Dadeus Grings, Arcebispo de Porto Alegre: Os sem. Comunicador, junho 2010, p 1). Entre os quatro direitos, o primeiro é o mais importante porque é a base de todos os outros.

Os Dez Mandamentos da Lei de Deus expressam em sua totalidade esses direitos fundamentais e seus desdobramentos. O direito à vida ocupa um lugar especial no quinto mandamento: Não matar; que nos obriga à defesa da vida humana desde a sua concepção no ventre materno até sua natural consumação na morte. Aborto e eutanásia, assim como tudo que fere a vida humana, são pois, condenados por Deus.

A Didaché, catecismo cristão do século II, afirma: “Não matarás o embrião por aborto e não farás perecer o recém nascido.” Por ser gravíssima desordem moral, a Igreja penaliza com a excomunhão não somente aqueles que provocam o aborto mas quem colabora de algum modo com a sua execução. “Quem provoca aborto, seguindo-se o efeito, incorre em excomunhão latae sentenciae”, isto é automática, afirma o Canon 1314, do Código de Direito Canônico. A excomunhão significa o estado objetivo de pecado grave e a separação da Igreja, corpo místico de Cristo, com a consequente chamada do pecador à penitência e reconciliação.

Estamos em ano eleitoral no qual vamos eleger o Presidente da República e seu vice, senadores e deputados federais e estaduais. Entre os candidatos não são poucos, de diversos partidos, que defendem o aborto, como já declararam em entrevistas à imprensa ou reduzem sua aprovação a um eventual plebiscito como se a objetividade do bem se definisse pela opinião da maioria ou pela estatística e não pela objetividade da Lei de Deus e da lei natural impressa no coração de todos os homens.

Entre os partidos, o Partido dos Trabalhadores inclui o aborto em seu programa partidário. O PT em seu 3º Congresso ocorrido em setembro de 2007 afirma-se “por um Brasil de mulheres e homens livres e iguais” que inclui “a defesa da autodeterminação das mulheres, da descriminalização do aborto e regulamentação do atendimento a todos os casos no serviço público (Resoluções do Congresso do PT, p. 80 in site do PT).

A Igreja Católica, afirma a Constituição Pastoral Lumen Gentium do Concílio Vaticano II “não se confunde de modo algum com a comunidade política (GS no 76)” e respeita os cidadãos em suas “opiniões legítimas, mas discordantes entre si, sobre a organização da realidade temporal (GS no 75)”. Mas também afirma que “faz parte da missão da Igreja emitir um juízo moral também sobre as realidades que dizem respeito à ordem política,quando o exijam os direitos fundamentais da pessoa ou a salvação das almas (Catecismo, no 2246 citando GS, 76)”.

Diante da grave situação em que estamos, cada eleitor católico tem a gravíssima obrigação de ao escolher seus candidatos, observar também seus compromissos com a defesa da vida e com aqueles pontos “que não admitem abdicações, exceções ou compromissos de qualquer espécie” como o caso das leis civis do aborto; da eutanásia; de proteção do embrião humano; da tutela da família como consórcio natural e monogâmico de um homem e uma mulher, portanto contra o reconhecimento da união civil de homossexuais e a adoção de crianças pelos mesmos; da liberdade de educação dos filhos pelos pais; da liberdade religiosa e de uma economia a serviço da vida.

Cada um examine diante de Deus e de sua consciência para bem escolher nossos governantes de modo a escolher o melhor pelo Brasil. Não podemos nos furtar diante da verdade e da justa defesa da vida e da Lei de Deus.

Dom Miguel Angelo Freitas Ribeiro,
Bispo Diocesano de Oliveira.

EL OBISPO FRANCÉS REALIZARÁ ORDENACIÓN POR EL ANTIGUO RITO DOMINICO



Monseñor Nicolas Brouwet, Obispo Auxiliar de Nanterre, en Francia, ordenará un sacerdote de la Fraternidad de San Vicente Ferrer (comunidad bajo la autoridad de la Pontificia Comisión Ecclesia Dei) por el Rito Dominico antiguo en la iglesia Abacial de la Röe, Diócesis de Laval, el próximo 4 de septiembre, a las 9,30 horas.

Encuentro del Papa con sus ex-alumnos: "Reforma de la reforma, basada en el primado cristológico"



L’Osservatore Romano ha publicado un nuevo artículo sobre el seminario de verano de Benedicto XVI con sus ex-alumnos, que ha tenido como tema la hermenéutica del Concilio Vaticano II. En este artículo, Mons. Kurt Koch, relator principal, comenta algunas de las conclusiones y ofrece detalles sobre sus dos intervenciones.

“Fidelidad a la tradición, apertura al futuro: es la interpretación más correcta del concilio Vaticano II, que sigue siendo la magna carta de la Iglesia también en el tercer milenio”. Es lo que ha surgido del así llamado Ratzinger Schülerkreis, según el arzobispo Kurt Koch, relator principal en el encuentro del Papa con sus ex-alumnos, realizado del 27 al 30 de agosto en Castelgandolfo. El nuevo Presidente del Pontificio Consejo para la Promoción de la Unidad de los Cristianos habla a nuestro periódico de “una experiencia concreta, vivaz, positiva” y resume los contenidos de las dos relaciones del sábado 28 de agosto.

“En la primera – dice – propuse una reflexión sobre cómo leer e interpretar el concilio Vaticano II, indicando la prioridad de una hermenéutica de reforma”. Una “cuestión que he retomado y desarrollado en la segunda relación, profundizando en particular la Constitución Sacrosanctum Concilium sobre la liturgia, precisamente para mostrar en forma concreta cómo se puede realizar una hermenéutica de reforma”. A las dos relaciones, explica, “ha seguido un debate de más de una hora, muy interesante y rico en contribuciones significativas”. Según monseñor Koch, “se ha podido captar cuán fundamental es la dimensión espiritual de la vida cristiana, en todo aspecto. Y esto vale, desde mi punto de vista, también en el diálogo ecuménico que constituye el campo de trabajo más directo delante de mí”. Precisamente “el hecho de que haya sido concreto ha hecho el debate muy útil para el trabajo de cada uno”. Lo confirma las palabras de ánimo que le dirigió personalmente Benedicto XVI en la audiencia privada del 30 de agosto. “Hemos hablado – dice el arzobispo – de mi nuevo desafío ecuménico porque el Pontificio Consejo para la Promoción de la Unidad de los Cristianos no es una realidad independiente sino que tiene un mandato del Papa para ver cómo puede desarrollarse el diálogo en el futuro”.

Entrando en el detalle de sus dos relaciones, monseñor Koch explica que la primera, sobre “Concilio Vaticano II entre tradición e innovación”, ha sido articulada en siete puntos: “una historia de recepción y no recepción; hermenéutica de reforma en una continuidad fundamental; ¿ruptura de la tradición del concilio?; retorno a las fuentes y aggiornamento; criterios de una hermenéutica de la reforma (interpretación integral de los textos conciliares, unidad de dogmática y pastoral, ninguna división entre espíritu y letra); amplitud y plenitud católicas; la herencia del concilio en los desafíos actuales; reforma eclesial como tarea espiritual”.

Para la segunda relación, sobre la “reforma postconciliar de la liturgia entre continuidad y discontinuidad”, monseñor Koch ha seguido un esquema de ocho temáticas. “He partido – explica – de la constatación de que la liturgia es el punto crucial de la hermenéutica conciliar, para luego tratar la fenomenología y la teología de la liturgia; la liturgia en su desarrollo orgánico (con el principio de la participación activa de todos los fieles en la liturgia y el principio de una más fácil comprensibilidad y sencillez de los ritos); luces y sombras en la liturgia post-conciliar; la tutela del gran patrimonio de la liturgia; la necesaria reforma de la reforma, basada en el primado cristológico, la unidad de culto neotestamentario y la liturgia neotestamentaria, la liturgia cristiana y las religiones de la humanidad, la dimensión cósmica de la liturgia. Finalmente, la revitalización del misterio pascual ha sido la última temática presentada antes de las conclusiones”.

Fuente: L’Osservatore Romano
Traducción: La Buhardilla de Jerónimo