quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Juiz autoriza discurso de Pe. José Augusto contra aborto e PT




Direito de resposta rejeitado! Essa foi a decisão do juiz Teófilo Rodrigues Caetano Neto, do Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF), referente ao pedido de direito de resposta do PT do Distrito Federal feito, por meio de duas liminares, após a campanha da candidata Weslian Roriz colocar no programa eleitoral de rádio, que foi ao ar dia 12, discurso do padre José Augusto, da TV Canção Nova, no qual ele pede aos fiéis que se mobilizem e não votem em Dilma, pois seu partido é a favor do aborto.

O PT do Distrito Federal argumentou que a declaração feita pelo padre José Augusto é “inverídica, caluniosa, injuriosa ou difamatória, ou tendente a criar, artificiosamente, na opinião pública, estado mental emocional aterrorizador”. No entanto, para o juiz Caetano Neto, o discurso do padre “configura simples manifestação do pensamento político”.

Também o desembargador federal, Moreira Alves, do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-DF) negou, na quarta-feira, 13, três liminares apresentadas pela coligação “Novo Caminho” e pelo PT, na qual pediram direito de resposta no programa eleitoral de Weslian Roriz por apresentar o vídeo do Pe. José Augusto.



E pensar que a Canção Nova, mais que depressa, moveu-se para articular com a equipe da Dilma a melhor forma de conceder um direito de resposta à candidata por causa da mesma fala do Pe. José Augusto… É muito triste. Mas, enfim, relatos de censura semelhante já recebi aos montes. Deus, no entanto, é maior, minha gente! Coragem.

Fonte: O Possível e O Extraordinário

Em defesa da vida - Eleições 2010



Motu próprio de Bento XVI institui o Conselho Pontifício para a Promoção da Nova Evangelização




É o primeiro mundo que precisa de maneira especifica de uma nova evangelização. É o que afirma o Papa no motu próprio com o qual institui o Novo Conselho Pontifício para a Promoção da nova evangelização que já foi confiado ao arcebispo Rino Fisichella.

Indiferentismo, secularismo e do ateísmo, afirma o Papa, alastram sobretudo nos países e nas nações do chamado Primeiro Mundo, no qual o bem estar económico e o consumismo, embora misturado com situações terríveis de pobreza e de miséria, inspiram e sustentam uma vida vivida como se Deus não existisse.

Agora – prossegue o Papa na sua carta apostólica – a indiferença religiosa e a total insignificância pratica de Deus para os problemas também graves da vida não são menos preocupantes e eversivos do que o ateísmo declarado. E mesmo a fé cristã, embora sobreviva nalgumas suas manifestações tradicionais e rituais, tende a estar desenraizada dos momentos mais significativos da existência; o nascimento, o sofrimento e a morte.

Uma perda preocupante do sentido do sagrado acompanhou as transformações sociais a que assistimos nas últimas décadas , ao lado dos gigantescos progressos da ciência e da técnica, ao alargamento “das possibilidades de vida e dos espaços de liberdade individual, ás profundas mudanças em campo económico, ao processo de mistura de etnias e culturas causado pelos fenómenos massivos das migrações, á crescente interdependência dos povos, difundiram-se duvidas a cerca dos fundamentos que pareciam indiscutíveis, como a fé e a compreensão comum das experiencias fundamentais do homem: nascer, morrer, viver numa família, a referencia a uma lei moral natural: esta a denuncia de Bento XVI contida na sua carta apostólica com qual institui o conselho pontifício para a promoção da nova evangelização.

Tudo isto – sublinha – não ficou sem consequências também no que diz respeito á dimensão religiosa da vida do homem. Os inegáveis benefícios derivantes de tais transformações foram saudados como uma libertação, mas – salienta o Papa – depressa nos demos conta do deserto interior que nasce lá onde o homem, querendo ser o único artífice da própria natureza e do próprio destino, se encontra privado daquilo que constitui o fundamento de todas as coisas.

Inteiros países e nações, onde a religião e a vida cristã, um tempo eram floridas e capazes de dar origem a comunidades de fé viva e operante, vivem hoje duras provações, sendo ás vezes transformadas radicalmente, pela difusão continua do indiferentismo , secularismo e ateísmo.

Trata-se em particular – escreve o Papa citando João Paulo II e a sua Christifidelis laici – dos países e das nações do chamado Primeiro Mundo, no qual o bem estar económico e o consumismo, conduzem a uma vida, vivida como se Deus não existisse.


Espanha: oração intensa pela vida durante congresso sobre aborto




Dom Asenjo propõe sensibilizar, rezar e apoiar ação pró-vida

SEVILLA, quarta-feira, 13 de outubro de 2010 (ZENIT.org) - A realização de um congresso mundial para promover o aborto, de 21 a 23 de outubro em Sevilla, coincidirá com uma insistente oração pela vida nas paróquias, comunidades religiosas, irmandades, grupos e movimentos.

O arcebispo da arquidiocese espanhola, Dom Juan José Asenjo, publicou em 7 de outubro uma carta pastoral chamada "Un sí rotundo a la vida", na qual faz diversas propostas para difundir uma cultura da vida e, em concreto, para enfrentar este congresso que, em sua opinião, "não vai ser um marco glorioso na história da nossa cidade".

O congresso, financiado por instituições públicas da capital e região de Sevilla, tem a finalidade de compartilhar informações, experiências e novas técnicas para melhorar a qualidade das práticas abortivas.

O arcebispo constata que "não tenho em minhas mãos a possibilidade de evitar sua realização, mas tenho o dever de iluminar a consciência de nossos fiéis sobre este acontecimento".

O prelado sugeriu que, durante os dias da celebração do congresso da indústria do aborto, seja programado algum ato especial de oração pela vida diante do Santíssimo.

Também sugeriu que seja levada em consideração esta intenção nas preces dos fiéis da Missa e na recitação do terço nas paróquias, assim como nos encontros de oração de comunidades contemplativas, irmandades, grupos e movimentos apostólicos.

Dom Asenjo propõe concluir as orações especiais destes dias com a oração a Nossa Senhora que João Paulo II escreveu como o ápice da encíclica Evangelium vitae.

O arcebispo qualifica o aborto como "a eliminação voluntária de um ser humano, desejada por seus progenitores, com assistência dos médicos".

E, diante desta realidade, fez três propostas: rezar, conscientizar e tentar sensibilizar as instituições que promovem iniciativas, ajudando-as a favor da vida, e ajudar as mães em circunstâncias difíceis.

Em sua opinião, "poucas formas de ação social e de apostolado são hoje tão bonitas e urgentes como esta".

Em sua carta, também fez referência à chamada Lei de Saúde Sexual e Reprodutiva e da Interrupção Voluntária da Gravidez, que entrou em vigor na Espanha no dia 4 de julho.

Ele afirma que esta lei "não é nada além de uma liberalização total do aborto, considerado como um direito da mulher, enquanto são violados os mais elementares direitos do filho que ela carrega em suas entranhas".

Recorda que "seu caráter legal não lhe confere a característica de moralidade, pois nem tudo que é legal é moral"; e acrescenta que "o aborto é sempre uma imoralidade, um mal objetivo; não é progresso, mas regresso".

Fonte: Zenit

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Dom Fernando Rifan, aborto e 2° turno: "O que se pede é apenas sinceridade, coerência e clareza: “sim”, se é sim; e “não”, se é não"



"Voto livre e racional"

“A Igreja... não pode nem deve ficar à margem na luta pela justiça. Deve inserir-se nela pela via da argumentação racional e deve despertar as forças espirituais, sem as quais a justiça... não poderá firmar-se nem prosperar” (Papa Bento XVI, Deus caritas est, n. 28).

A Igreja não usa métodos terroristas, fundamentalistas ou irracionais para convencer os seus fiéis. Mas os orienta a votar de modo livre, racional, consciente e coerente com os princípios cristãos. Mas, para proceder assim, eles precisam conhecer bem a verdadeira posição dos candidatos. É preciso que estes se explicitem com sinceridade e clareza, porque nessa época eleitoral proliferam as meias verdades, as palavras de duplo sentido, as acomodações temporárias e os fingimentos.

A respeito da legalização do aborto provocado, vale relembrar que se trata de assassinato de uma criança (um feto) em gestação. E é questão de justiça ouvir “o grito silencioso” desses que serão excluídos da vida. Dom Odilo Pedro Scherer, Cardeal Arcebispo de São Paulo, falando na Semana Nacional da Vida, defendeu “a livre manifestação de bispos e padres... que têm pregado o voto contra a candidata do PT à Presidência, Dilma Roussef, alegando que ela é a favor do aborto... Ele defendeu o direito de os eleitores conhecerem a posição dos candidatos sobre temas importantes: - O aborto é questão que merece consideração política. Ou a vida humana seria tão desprezível que não merece atenção da discussão política?” (Folha de São Paulo (8/10/2010, pág. 14).

A candidata já falou no passado que é a favor da descriminalização do aborto (sabatina da Folha de SP, 4/10/2007) e fala agora que é contra o aborto e a favor da vida. Os que citam suas palavras a favor da legalização do aborto são acusados de fundamentalismo religioso e terrorismo. Mas o que se pede é apenas sinceridade, coerência e clareza: “sim”, se é sim; e “não”, se é não (cf. Mt 5,37). Mas, se agora ela disse que é contra, por que a dúvida?

Porque entre os compromissos que todo candidato do PT assina, está o de acatar as resoluções do Partido, entre as quais está a “defesa da descriminalização do aborto” (Estatuto do PT, art. 128, § 1º e Resoluções do 3º Congresso do PT, p. 82).

O articulista da Folha de São Paulo, Carlos Heitor Cony escreve: “Sabe-se que a descriminalização do aborto faz parte do programa inicial do PT, e acusaram Dilma de ser a favor da tese. Ela negou. Com todos os que evitam claramente abordar a questão, ela diz que é a favor da vida – o que é vago: ninguém é a favor da morte” (Folha de São Paulo, 10/11/2010, pág. A2). No mesmo jornal, Fernando de Barros e Silva, escreve: “O QG dilmista procura tirar a polêmica do aborto da pauta. Mas de pouco adianta Ciro Gomes dizer que os tucanos propõem o tema ‘em termos calhordas e desonestos’ se Dilma não consegue ser honesta consigo mesma. Seu contorcionismo é tanto nessa matéria que ela se arrisca a enrolar a língua” (Folha de São Paulo, 8/10/2010, pág. A2).


Pe. Paulo Ricardo se pronuncia convocando todos à milância pela vida de porta em porta. Apoia e confirma as denúncias dos bispos da Regional Sul 1 contra o Partido dos Trabalhadores (PT)






Video citado por Pe. Paulo Ricardo:




terça-feira, 12 de outubro de 2010

A riqueza litúrgica da Igreja Católica: Dom Fernando Guimarães realiza visita apostólica à igreja grego-católica melquita em Fortaleza

 
Dom Fernando com fiéis latinos após Santa Missa na Forma Extraordinária do
Rito Romano pela manhã na igreja de São João Batista em Fortaleza

Dom Fernando Guimarães saúda fiéis melquitas após Divina Litúrgia 
a tarde na igreja de Nossa Senhora do Líbano

Dom Fernando Guimarães esteve em Fortaleza na última visita às paróquias melquitas do Brasil

O bispo da diocese de Garanhuns, em Pernambuco, dom Fernando Guimarães, visitou ontem a Igreja de Nossa Senhora do Líbano, templo da Igreja Greco-Católica Melquita, no Meireles. A visita apostólica do bispo faz parte de uma série de outras sete feitas em nome do papa Bento XVI às paróquias greco-católicas melquitas em todo o Brasil.

Dom Fernando explica que as visitas apostólicas são uma espécie de auditoria, em que é feito um levantamento da situação das paróquias. O resultado das visitas, iniciadas em janeiro, deve ser enviado ao Vaticano no fim do mês.

De acordo com o bispo, entre os desafios da Igreja, que foi trazida ao Brasil por imigrantes sírios e libaneses no século XIX, está a adoção do rito bizantino. “As atuais gerações de descendentes já não se sentem ligados ao rito. Quem vai dar continuidade?”, questiona-se.

Outro problema de ordem pastoral, assinala o enviado do Vaticano, está na questão nos sacramentos. No rito oriental, batismo, primeira comunhão e crisma são ministrados na mesma ocasião.

Para dom Fernando, porém, a diversidade ritual na Igreja Católica não é um problema, mas uma riqueza. “A liturgia bizantina é bonita. A mim sempre me encantou”, avalia.

O visitador apostólico, nomeação dada ao bispo pelo Vaticano, diz não poder detalhar as consequências de suas visitas às paróquias melquitas, pois cabe a ele apenas informar a situação delas à Santa Sé. “A intenção fundamental do Santo Padre é amar, fortalecer, estimular a tradição bizantina, greco-melquita no Brasil”, avalia.

O título de Igreja Greco -Católica Melquita surgiu em 1724, quando parte dos melquitas (“realistas”, em siríaco) se decidiu pela comunhão com o papa. O rito utilizado é o bizantino, utilizado na antiga Constantinopla há mais de 1600 anos.

Fonte: O Povo

PT está institucionalmente comprometido com o aborto, denuncia Dom Aldo Pagotto

Atos do PT desmentem as palavras do presidente e Dilma Rousseff que agora se dizem contrários ao aborto, denunciou.




SÃO PAULO, 11 Out. 10 / 05:44 pm (ACI).- Em um recente vídeo, Dom Aldo Pagotto, arcebispo metropolitano da Paraíba, apresenta novas denúncias contra o Partido dos Trabalhadores, criticando a recente campanha de “desinformação e de manipulação das consciências” que o PT vem realizando no segundo turno das eleições, utilizando calculadamente da mentira para enganar os eleitores sobre seus verdadeiros projetos para a nação. Dom Aldo Pagotto assevera que “quando a democracia se converte neste tipo de demagogia, para ganhar voto, já é a ditadura que está no horizonte”e que o posição do PT favorável ao aborto não se trata de boataria como afirma o Presidente Lula e tem difundido o deputado eleito Gabriel Chalita.

Aplaudindo a atitude dos bispos de São Paulo que no seu “Apelo aos brasileiros e brasileiras” denunciam as manobras do PT para promover o aborto como aliado de outros organismos internacionais, Dom Aldo Pagotto afirma que os outros bispos no Brasil também já "não podem ficar calados".
"Estamos diante de um partido que está institucionalmente comprometido com a instalação da cultura da morte em nosso país(...) que proíbe seus membros de seguirem suas próprias consciências, que se utiliza calculadamente da mentira para enganar os eleitores sobre seus verdadeiros projetos para a nação".

Dom Aldo afirma que desde a década de 90, a cultura de morte no Brasil vem sendo sistematicamente introduzida no nosso país graças ao financiamento maciço de grandes fundações internacionais que encontraram no PT seu principal aliado. Dom Pagotto afirma no seu vídeo que "desde que chegou ao poder, o Partido dos Trabalhadores assumiu como projeto de governo a completa legalização do aborto no Brasil. O Partido não escondeu a sua agenda, antes, paradoxalmente, passou a negar com insistência o que ele fazia publicamente, mesmo diante de todas as evidencias ao contrário”.

“Ao longo destes anos isto se repetiu várias e várias vezes. Pode-se concluir que para este partido esta atitude pró-aborto não é um mal entendido, não é um equívoco, nem uma fraqueza, nem um vício, nem um erro de percurso mas constitui a própria estratégia para implantar a cultura de morte no Brasil", afirmou o prelado do nordeste brasileiro, ressaltando também que “desde o início do seu mandato, o atual governo considerou a completa legalização do aborto como seu programa de governo”.
Assim a posição do Partido dos Trabalhadores favorável à legalização do aborto no país não se trata de boataria, como afirma a presidência da República e tem difundido o deputado eleito Gabriel Chalita.

Dom Aldo afirma que o governo Lula reconheceu diante da ONU o aborto como “um direito humano”, ao mesmo tempo em que o presidente jurava "pela fé que havia recebido de sua mãe", em carta assinada de próprio punho aos bispos da CNBB reunidos em Itaici no ano de 2005, que ele tivesse “qualquer intenção de legalizar o aborto no país”, encaminhando, em seguida à Câmara dos Deputados um “projeto de Lei que pretendia legalizar o aborto durante todos os nove meses de gravidez, tornando-o completamente livre, por qualquer motivo, desde a concepção até o momento do parto ".
Dom Aldo denunciou que “os fatos desmentiram as palavras do presidente” quando o governo encaminhou à Câmara este projeto.

Fazendo referência às declarações de Dilma Rousseff ao início de sua campanha, nas quais ela afirma que os bispos que a acusam de promover o aborto partem de um pressuposto errado pois nem ela nem o atual governo “jamais teriam sido a favor do aborto”, Dom Aldo recordou que a candidata ignorou que em junho deste ano “o governo brasileiro havia elaborado e promovido em parceria com a ONU a assinatura do chamado Consenso de Brasília, um documento que recomenda a legalização do aborto não somente no Brasil como em toda a América Latina”.

"Não ficamos apenas nisso”, continuou o arcebispo, “nesta primeira semana de outubro, a candidata (que nas últimas semanas tem afirmado ser a favor da vida) acrescentou pertencer a uma família católica e que não apenas é, mas que sempre foi a favor da vida, sem aparentemente importar-se com o fato de que circula livremente na Internet um vídeo no qual, em uma gravação realizada no dia 4 de outubro de 2007, ela mesma declara: "O aborto deve ser descriminalizado. Hoje, no Brasil, constitui um absurdo que o aborto ainda não tenha sido descriminalizado".
“Não posso, como pastor, compactuar com este trabalho de desinformação e de manipulação das consciências", declarou o bispo.

"Nós não estamos entrando em política partidária. Não cabe à Igreja, absolutamente, imiscuir-se nas políticas partidárias, ou indicar ou não indicar partidos ou candidatos. Mas é dever da Igreja e dos pastores alertar sobre o voto que tem as suas conseqüências, formar a consciência cidadã, formar a consciência ética com os princípios e fundamentos humanitários e cristãos", asseverou.

"Quando os representantes do governo se expressam, de caso pensado, desta maneira, não existe mais credibilidade para suas afirmações. A experiência política e a história advertem amplamente que, quando a democracia se converte neste tipo de demagogia, para ganhar voto, já é a ditadura que está no horizonte”, denunciou Dom Aldo. O Arcebispo da capital da Paraíba, em uma das regiões onde o PT mais encontra apoio popular, conclui seu depoimento afirmando que o Evangelho ensina que o nosso falar deve ser "o sim, seja sim; o não, seja não(...). Ficar em cima do muro é péssimo”.

O vídeo de Dom Pagotto pode ser visto no endereço:

O leitor pode certificar-se da consistência e da extensão das denúncias, acessando, entre outros, o vídeo Mãe do Brasil através do link:

O dossiê “Como foi planejada a Introdução da Cultura da Morte no Brasil”, elaborado pelas Comissões Diocesanas em Defesa da Vida do Estado de São Paulo explicando as denúncias de Dom Aldo pode ser baixado em: