sexta-feira, 19 de novembro de 2010

SALVEMOS A ASIA BIBI




Esta mujer joven y madre de familia, ha sido condenada a muerte en Pakistan por defender su fe cristiana. La plataforma Hazte Oír está recogiendo firmas para pedir el indulto de Asia Bibi, les rogamos firmen en el enlace: Hazte Oír

Papa no início do consistório: relativismo ameaça a liberdade

Cardeais refletem sobre a liberdade da Igreja e sobre a liturgia




CIDADE DO VATICANO, sexta-feira, 19 de novembro de 2010 (ZENIT.org) - A liberdade de anunciar o Evangelho se encontra hoje em risco devido à ditadura do relativismo, afirmou o Papa aos cerca de 150 cardeais que iniciaram, na manhã de hoje, o encontro de oração e estudo por ocasião do consistório, na Sala Nova do Sínodo.

"A relação entre verdade e liberdade é essencial, mas hoje se encontra frente ao grande desafio do relativismo, que parece completar o conceito de liberdade, mas na verdade a coloca em risco de destruição, propondo-se como uma verdadeira 'ditadura'", afirmou Bento XVI.

"Nós nos encontramos, portanto, em um tempo de difícil compromisso para afirmar a liberdade de anunciar a verdade do Evangelho e das grandes aquisições da cultura cristã", acrescentou.

Além da relação entre liberdade e verdade e a liberdade da Igreja na atualidade, os cardeais refletiram também nesta manhã sobre a liturgia na vida da Igreja de hoje, indica um comunicado da Sala de Imprensa da Santa Sé.

Com relação a este tema, "o Papa recordou a importância essencial da liturgia na vida da Igreja, porque é o lugar da presença de Deus conosco - explica o comunicado. Portanto, o lugar em que a Verdade vive conosco".

O encontro de oração e estudo do Papa com os membros do colégio cardinalício por ocasião do consistório convocado por Bento XVI começou com um discurso de saudação do decano do colégio, cardeal Angelo Sodano, dirigido ao Papa em nome dos presentes.

Nele, o cardeal agradeceu ao Bispo de Roma pela recente beatificação do cardeal Newman e a introdução da causa de beatificação do cardeal Van Thuan.

Liberdade da Igreja no mundo

O tema da liberdade da Igreja no momento presente foi introduzido pelo cardeal Tarcisio Bertone, secretário de Estado, e o da liturgia na vida da Igreja foi exposto pelo cardeal Antonio Cañizares Llovera, prefeito da Congregação para o Culto Divino.

"O cardeal Bertone deu uma visão panorâmica das tentativas atuais de limitar a liberdade dos cristãos nas diversas regiões do mundo", explica o comunicado.

Em primeiro lugar, convidou a refletir sobre a situação da liberdade religiosa nos países ocidentais. Destacou que, "ainda que se trate de nações que frequentemente devem ao cristianismo os traços profundos de sua identidade e cultura, assiste-se hoje a um processo de secularização, com tentativas de marginalização dos valores espirituais da vida social".

Em segundo lugar, o cardeal expôs a situação da liberdade religiosa nos países islâmicos, recordando as conclusões as quais chegou a recente Assembleia Especial do Sínodo dos Bispos para o Oriente Médio.

O cardeal falou, finalmente, sobre a atividade da Santa Sé e dos episcopados locais em defesa dos católicos, tanto o Ocidente como no Oriente.

Neste sentido, recordou também o grande compromisso da Santa Sé no âmbito internacional, para promover o respeito e a liberdade religiosa dos fiéis frente aos Estados e à Organização das Nações Unidas.

Por sua vez, o cardeal Cañizares recordou depois a importância da oração litúrgica na vida da Igreja, referindo-se à doutrina do Concílio Vaticano II e ao magistério do atual Pontífice. Em concreto, destacou a importância da fidelidade à disciplina litúrgica vigente.

Durante o amplo debate, intervieram 18 cardeais, que aprofundaram principalmente na problemática da liberdade religiosa e nas dificuldades encontradas pela atividade da Igreja nas diversas partes do mundo.

Falou-se de situações específicas na Europa, América, África, Ásia, Oriente Médio e em países de maioria islâmica.

Também debateram sobre as graves dificuldades que a Igreja encontra hoje na defesa de valores baseados no próprio direito natural, como o respeito à vida e à família.

Outro tema desenvolvido foi o do diálogo inter-religioso, em concreto com o Islã. "Não faltaram sugestões de linhas de compromisso para responder aos desafios da Igreja de hoje", indica o comunicado.

Alguns dos que intervieram se detiveram também no tema da liturgia, em particular na centralidade da Celebração Eucarística na vida da Igreja e no respeito devido ao sacramento da Eucaristia.

Às 13h, o Papa ofereceu um almoço em homenagem aos prelados, para depois prosseguirem com as intervenções.

Em concreto, a sessão da tarde esteve composta por duas comunicações. A primeira, do cardeal Willian Levada, sobre as normas dadas pela Santa Sé para acolher na Igreja Católica os sacerdotes e fiéis anglicanos que o solicitam, por um lado, e para a defesa de menores vítimas de abusos por parte de membros do clero, por outro.

A segunda intervenção esteve a cargo de Dom Angelo Amato, que recordou a atualidade da instrução Dominus Iesus, escrita há 10 anos, sobre Jesus Cristo como nosso único Salvador.

Além dos cardeais atuais, estavam presentes também na sessão de hoje os 24 prelados que amanhã serão elevados à dignidade cardinalícia.

Alguns cardeais haviam pedido ao Papa para serem dispensados de participar, devido às suas condições de saúde ou compromissos pastorais urgentes em suas respectivas dioceses.

Fonte: Zenit

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Chi siamo, noi cristiani dell’Iraq? La testimonianza di un Sacerdote Iracheno





I martiri della chiesa di Nostra Madre “Signora del Perpetuo Soccorso” hanno mostrato al mondo, ancora una volta, chi siamo noi, cristiani dell’Iraq, e si sono uniti ai martiri della nostra Chiesa, coloro che hanno sacrificato la loro vita, per offrirla a Cristo, nostro Signore, che ci ha insegnato a testimoniare per la risurrezione, per la vita, per il perdono, per la speranza, per l’amore, per la fede, per la gioia. Il sangue dei nostri eroi caduti, grida al mondo e a tutta l’umanita, e spinge noi cristiani dell’Iraq, ovunque siamo, a “predicare” al mondo il Cristo sofferente e risorto che vive nella nostra terra ferita.


I cristiani dell’Iraq hanno sperimentato in maniera profonda il senso della vita perché ne hanno vissuto le gioie dopo averne gustato l’amaro delle tristezze; ne hanno vissuto la speranza dopo aver sperimentato la potenza della tragedia; ne hanno vissuto il riso dopo aver versato le lacrime; e ne hanno vissuto il sorriso dopo aver visto la volontà rotta dalla violenza. Questi sono realmente i cristiani dell’Iraq. Volete un esempio di tutto questo?!

Ve lo mostra la chiesa di Nostra Signora del Perpetuo Soccorso, che vi parlerà a nome di tutti i cristiani dell’Iraq e vi darà esempi scritti col sangue dei suoi martiri. Avete sentito in che modo sono morti in questo massacro i due preti coraggiosi, Wasim Sabieh e Thaier Saad Abdal?! Sapevate che hanno difeso i fedeli e hanno cercato di salvarli offrendo la loro vita non appena i criminali hanno messo piede in chiesa?!

Lo sapevate che un padre ha protetto il suo figlioletto coprendolo totalmente con il corpo mentre erano sdraiati a terra, ed è morto con una raffica di proiettili per far soppravvivere il figlio?!

Avete sentito che gli assassini hanno ucciso una bimba di 4 mesi e un bimbo di 4 anni e una giovane che nel giono della sua morte aveva ricevuto la notizia più bella, e cioè che era incinta, e per questo era andata in chiesa per ringraziare il Signore per questo dono?!

O popoli del mondo, questi sono i cristiani dell’Iraq. Udite e testimoniate a tutti!

Quando ha sparato a Oday (il fratello) era vicino a me, e suo figlio, Adam, ha gridato “Basta! Basta!”. Eppure ha solo 3 anni, non è grande, ma continuava a dire “Basta!”, e io non potevo alzarmi ed abbracciarlo, perché il terrorista era in piedi vicino alla mia testa, ma Adam continuava a urlare. E poi prima dell'ingresso delle forze di polizia nella chiesa, erano quasi le 11 di sera, perché siamo rimasti lì per circa 5 ore, non ho più udito la voce di Adam. E mentre Oday, che era ferito ad una mano, era in mezzo a noi a terra, uno dei terroristi ha detto ad un altro: “Spara di nuovo a quell'uomo a terra. E gli ha sparato”.


E voi cristiani dell’Iraq, se la tristezza riempe le vostre anime e non vedete il futuro, guardate lassù, al Dio dei Cieli e della Terra, e ricordatevi bene di chi siete e fatelo sapere al mondo!

Che le coscienze vedano quanto ci sta accadendo, e che sentano coloro che hanno tappato gli orecchi e parlino coloro che hanno serrato le labbra e dicano che siamo noi, i cristiani dell’Iraq!

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

El Papa constata una “primavera eucarística” en la Iglesia


Dedica la catequesis a la impulsora de la fiesta del Corpus Christi

CIUDAD DEL VATICANO, miércoles 17 de noviembre de 2010 (ZENIT.org).- “Quisiera afirmar con alegría que hoy en la Iglesia hay una 'primavera eucarística'”, así lo afirmó hoy el Papa Benedicto XVI, durante la audiencia general en la Plaza de San Pedro.

El Papa constató que “muchas personas se detienen silenciosas ante el Tabernáculo, para entretenerse en coloquio de amor con Jesús”, y que “no pocos grupos de jóvenes han redescubierto la belleza de rezar en adoración ante la Santísima Eucaristía”.

Ante los miles de peregrinos congregados en la Plaza, el Papa habló sobre otra mujer de la Edad Media, santa Juliana de Cornillon, mística e impulsora de la fiesta del Corpus Christi o Corpus Domini en toda la Iglesia.

Benedicto XVI quiso subrayar la importancia de recuperar la adoración eucarística fuera de la Misa,: “la fidelidad al encuentro con el Cristo Eucarístico en la Santa Misa dominical es esencial para el camino de fe, pero intentemos también ir frecuentemente a visitar al Señor presente en el Tabernáculo”.

Citando la Encíclica Ecclesia de Eucharistia, constataba que “la adoración del Santísimo Sacramento tiene cotidianamente una importancia destacada y se convierte en fuente inagotable de santidad”.

“Mirando en adoración la Hostia consagrada, encontramos el don del amor de Dios, encontramos la Pasión y la Cruz de Jesús, como también su Resurrección. Precisamente a través de nuestra mirada en adoración, el Señor nos atrae hacia sí, dentro de su misterio, para transformarnos como transforma el pan y el vino”, afirmó el Papa.

El Papa mostró su deseo de que “esta 'primavera' eucarística se difunda cada vez más en todas las parroquias, en particular en Bélgica, la patria de santa Juliana”.

Corpus Domini

Siguiendo con su ciclo de santas mujeres de la Edad Media, el Papa habló sobre santa Juliana de Cornillón, conocida también como santa Juliana de Lieja, que vivió en Bélgica en el siglo XIII.

Esta mujer quedó huérfana muy pequeña y fue acogida en un convento de monjas agustinas, donde tomó los hábitos.

“Además de una vivaz inteligencia, Juliana mostraba, desde el principio, una propensión particular por la contemplación; tenía un sentido profundo de la presencia de Cristo, que experimentaba viviendo de modo particularmente intenso el Sacramento de la Eucaristía”, explicó el Papa.

Desde muy joven tuvo una visión en la que aparecía la luna en su pleno esplendor, con una franja oscura que la atravesaba diametralmente.

“El Señor le hizo comprender el significado de lo que se le había aparecido. La luna simbolizaba la vida de la Iglesia en la tierra, la línea opaca representaba en cambio la ausencia de una fiesta litúrgica, para cuya institución se pedía a Juliana que trabajase de modo eficaz”.

Con el tiempo, Juliana contactó con otras dos santas mujeres, con las que trabajó intensamente para promover la fiesta del Corpus Domini.

“Las tres mujeres establecieron una especie de 'alianza espiritual', con el propósito de glorificar al Santísimo Sacramento”, explicó el Papa.

Esta determinación supuso también muchas dificultades, hasta el punto de tener que abandonar el convento debido a la oposición del mismo superior del que dependía su monasterio.

Juliana tuvo que acogerse a otros monasterios cistercienses, en uno de los cuales murió, ante el Santísimo Sacramento expuesto.

Nueve años después, el papa Urbano IV, que había conocido personalmente a Juliana, instituyó la solemnidad del Corpus Domini como fiesta de precepto para la Iglesia universal, el jueves sucesivo a Pentecostés”.

Fuente: Zenit

Bento XVI faz apelo a favor da libertação de cristã paquistanesa e em defesa dos cristãos no Paquistão

A seagull flies behind Pope Benedict XVI on November 17, 2010 during his weekly general audience in Saint-Peter's square at the Vatican.


(17/11/2010) Bento XVI pediu esta Quarta-feira a libertação da paquistanesa Asia Bibi, cristã de 45 anos condenada à morte sob a acusação de blasfémia.

Num apelo lido após a habitual catequese, perante milhares de pessoas, Bento XVI falou da “difícil situação” dos cristãos no Paquistão, “muitas vezes vítimas de violência ou discriminação”.

"Nestes dias, a comunidade internacional acompanha com grande preocupação a difícil situação dos cristãos no Paquistão, que muitas vezes são vítimas de violências ou discriminação"

"De modo particular, hoje, manifesto a minha proximidade espiritual à senhora Asia Bibi e aos seus familiares, e peço para que, quanto antes, lhe seja restituída a plena liberdade. Além disso, rezo por todos aqueles que se encontram em situações análogas, para que a sua dignidade humana e os seus direitos fundamentais sejam plenamente respeitados" , disse o Papa, durante a audiência geral na Praça de S. Pedro.

A sentença contra Asia Bibi, mãe de cinco filhos, foi divulgada na última semana por um tribunal de Nankana, a cerca de 75 quilómetros de Lahore, capital cultural do país.

Para o bispo de Islamabad, Rufin Anthony, trata-se de uma “verdadeira vergonha”, apelando ao fim da lei contra a blasfémia, no Paquistão.

O caso remonta a Junho de 2009, quando mulheres muçulmanas que trabalhavam com Asia Bibi foram ver um responsável religioso e acusaram a cristã de proferir blasfémias contra o profeta Maomé.
Várias ONG’s do Paquistão estão a recolher assinaturas para revogar a condenação à morte, juntando-se a instituições católicas.

O observatório para a liberdade religiosa no mundo da Fundação Ajuda à Igreja que Sofre (AIS) afirma a respeito do Paquistão que "o pior instrumento de repressão religiosa é a lei da blasfémia, a qual continua a causar cada vez mais vítimas".

Esta lei refere-se na realidade ao Artigo 295, do Código Penal paquistanês. A secção B refere-se a ofensas contra o Alcorão que são puníveis com prisão perpétua; a secção C refere-se a actos que enxovalham o profeta Maomé, puníveis com prisão perpétua ou com a morte.

Durante o seu encontro com os milhares de pessoas congregadas esta quarta feira na Praça da S. Pedro para a habitual audiência geral , Bento XVI falou de Santa Juliana de Cornillon, natural da Bélgica e que viveu no fim do século XII.

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

La Iglesia Católica da la bienvenida a los primeros 50 clérigos anglicanos ingleses convertidos

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La Iglesia Católica anunciará esta semana que 50 clérigos anglicanos se unirán a Roma luego de que la iglesia [anglicana] de Inglaterra hiciera nuevos avances para introducir la ordenación episcopal de mujeres.

El Arzobispo Vincent Nichols, primado de la Iglesia Católica en Inglaterra y Gales, revelará este viernes los planes del Vaticano para dar la bienvenida a los sacerdotes que dejan el anglicanismo – con cinco obispos incluidos – que, se espera, serán recibidos en la Iglesia Católica a principios del año próximo.

Cientos de fieles anglicanos se unirán a ellos en el ordinariato – una estructura introducida por el Papa Benedicto XVI para proveer refugio a los que abandonan la Iglesia de Inglaterra.

Se espera que el número de fieles que deje la iglesia anglicana se duplique cuando la nueva estructura comience finalmente a tomar forma.

El Rev. Andrew Burnham, obispo de Ebbsfleet, dijo que los clérigos se han sentido consternados ante la dirección liberal adoptada por la Iglesia [anglicana] de Inglaterra y por el modo en que los tradicionalistas han sido tratados.

“Se nos considera como fuera de época por no aceptar como igual el ministerio de las mujeres, pero el debate se ha concentrado en la sociología y no en la teología”.

El obispo, uno de los cinco que se han convertido al catolicismo, acusó repetidamente a la iglesia [anglicana] de romper sus promesas de dar una provisión pastoral adecuada a los opositores de las ordenaciones de mujeres.

Los miembros del Sínodo General, el parlamento de la iglesia, votaron en julio seguir adelante con los planes para ordenar mujeres obispos con un mínimo de concesiones para los tradicionalistas.

La mayoría de los anglo-católicos está esperando hasta el 2012 para ver si la iglesia aprueba la legislación que permitirá que las mujeres sean consagradas. Esperan que tales planes fracasen a último momento.

El Rev. Keith Newton, obispo de Richborough, que también deja la Iglesia [anglicana] de Inglaterra, dijo que existe consternación por el modo en que ésta se ha tornado cada vez más liberal.

“Ha cambiado muchísimo. Ya no existe seguridad doctrinal. Todo se ha tornado más relativo”.

“Me pesa dejarla, porque debo mucho a la Iglesia [anglicana] de Inglaterra, pero esto [el Ordinariato] es una oportunidad gozosa”.

Dijo también que algunos miembros del clero anglo-católico se unirán al Ordinariato inmediatamente, pero que otros esperarán para ver cómo funciona la nueva estructura.

Los obispos católicos estarán reunidos en Leeds esta semana para discutir los asuntos más complicados en torno a las nuevas estructuras, tales como el modo en que los clérigos recibirán apoyo financiero, o si se les permitirá seguir ocupando sus iglesias para el culto.

El Rev. Malcolm McMahon, obispo católico de Nottingham, confirmó que los primeros sacerdotes anglicanos serán recibidos en la Iglesia Católica a principios del próximo año.

Fuente: The Telegraph
Traducción: La Buhardilla de Jerónimo

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

VIGÉSIMO QUINTO DOMINGO DEPOIS DE PENTECOSTES (SEXTO DEPOIS DA EPIFANIA TRANSFERIDO)







SALVIAMO ASIA BIBI

(Vedi appello di TV2000 in fondo)

 
Le terre islamiche grondano di sangue cristiano. Ma il mondo se ne frega. Altri sei cristiani ammazzati in Iraq, con 33 feriti, dopo la carneficina del 31 ottobre nella chiesa di Bagdad, dove le vittime sono state cinquanta.

Ma non solo. Domenica sera in Pakistan una madre di due figli, Asia Bibi, operaia agricola di 37 anni, è stata condannata a morte da un tribunale del Punjab, semplicemente perché cristiana: la famigerata “legge sulla blasfemia” infatti in quel Paese manda a morte chiunque sia accusato da musulmani di aver offeso Maometto.  

Secondo l’agenzia Asianews, tutto risale a “una discussione molto animata avvenuta nel giugno 2009 a Ittanwali. Alcune delle donne che lavoravano con Asia Bibi cercavano di convincerla a rinunciare al cristianesimo e a convertirsi all’islam.

Durante la discussione, Bibi ha risposto parlando di come Gesù sia morto sulla croce per i peccati dell’umanità, e ha chiesto alle altre donne che cosa avesse fatto Maometto per loro.

Le musulmane si sono offese, e dopo aver picchiato Bibi l’hanno chiusa in una stanza. Secondo quanto raccolto da ‘Release International’ una piccola folla si è radunata e ha cominciato a insultare lei e i bambini.

L’organizzazione caritativa, che sostiene i cristiani perseguitati, ha detto che su pressione dei leader musulmani locali è stata sporta denuncia per blasfemia contro la donna”.

La condanna a morte per “blasfemia” era purtroppo già stata comminata a dei cristiani maschi. Per una donna invece è la prima volta.

Tuttavia nessuno si solleverà per salvare una donna cristiana. I cristiani sono carne da macello. Come ai tempi di san Paolo sono “la spazzatura del mondo”.

Il mondo intero si è indignato e si è sollevato per salvare Sakineh, la donna condannata a morte in Iran per presunta complicità nell’omicidio del marito e per adulterio.

Bernard Henri Lévy ha (meritoriamente) scatenato la protesta dell’intero Occidente: si sono uniti a lui giornali, tv, governi, ministri, Unione europea, sindaci, intellettuali, montagne di premi Nobel, di Saviani e di Carlebruni. Perfino noi. E poi migliaia di firme, di foto esposte.

Bene. Niente di simile sarà fatto per la povera Bibi, che ha la sola colpa di essere cristiana. Il mondo non fa una piega quando si tratta di cristiani.

Anche altre recenti notizie di stupri e uccisioni di ragazze cristiane in Pakistan sono scivolate allegramente via dai mass media occidentali. Senza drammi.

Ma l’esempio supremo dell’indifferenza dell’Occidente per i massacri dei cristiani lo ha dato ieri il presidente americano Obama.

L’ineffabile Obama ha appena visitato l’Indonesia dove aveva vissuto qualche anno da bambino. E se n’è uscito con queste mirabolanti dichiarazioni riportate dai media del mondo intero: “L’Indonesia è un modello”.

Ecco qualche perla di Obama: “Una figura paterna mi insegnò qui da bambino che l’Islam è tolleranza, non l’ho dimenticato”. Poi il presidente americano “esalta l’Indonesia ‘laica, pluralista, tollerante, la più grande democrazia in una nazione a maggioranza islamica’ ”. Ed ecco un’altra perla: “Lo spirito della tolleranza, sancito nella vostra Costituzione, è uno dei caratteri fondanti e affascinanti di questa nazione”.

Ma davvero? L’Indonesia, con i suoi 212 milioni di abitanti, è il paese musulmano più popoloso del mondo ed è una potenza economica. Il 75 per cento della popolazione è musulmano, i cristiani sono il 13,1 per cento, cioè 27 milioni e 800 mila persone.

E’ vero che la Costituzione, sulla carta, riconosce il pluralismo religioso e una buona percentuale di musulmani effettivamente è favorevole a una convivenza pacifica con i cristiani.
Ma concretamente cosa è accaduto? Sia sotto il regime di Suharto che sotto il successivo i cristiani hanno subito massacri e persecuzioni inenarrabili.

A Timor Est – un’isola abitata da cristiani – il regime indonesiano, che la occupò contro la deliberazione dell’Onu, ha perpetrato un vero e proprio genocidio.

Secondo monsignor Carlos Belo, premio Nobel per la pace, sono state 200 mila le vittime e 250 mila i profughi su una popolazione totale di 800 mila abitanti.

Dal 1995 al 2000 sono state distrutte 150 chiese. I massacri sono continuati anche dopo che la comunità internazionale, nel 1999, ha imposto l’indipendenza di Timor Est.

In quello stesso anno stragi di cristiani sono stati perpetrate anche in un’altra zona cristiana dell’Indonesia: l’arcipelago delle Molucche.

In tre anni di scontri si sono avute circa 13.500 vittime e 500 mila profughi. Più di 6 mila cristiani delle Molucche sono stati costretti a convertirsi all’Islam (con il solito corredo di stupri e infibulazioni forzate). Altri 93 cristiani dell’isola di Keswi sono morti perché si rifiutavano di convertirsi.

Le cronache parlano di episodi orrendi come quello in cui sei bambini cristiani sono stati uccisi ad Ambon, in un campo di catechismo: “inseguiti, sventrati, evirati e decapitati dagli islamisti che fendevano le bibbie con la spada”.

In altri casi gli attacchi degli islamisti avevano “l’ausilio di truppe militari regolari… come nell’isola di Haruku il 23 gennaio 2000, quando sono rimasti uccisi 18 cristiani” (dal Rapporto 2001 sulla libertà religiosa nel mondo).

A Natale del 2000 i fondamentalisti hanno fatto una serie di attentati colpendo la cattedrale di Giakarta e altre dieci città, con 17 morti e circa 100 feriti.

Nel 2001 l’agenzia Fides dava notizia di nuovi attacchi di guerriglieri islamici contro i cristiani nell’isola di Sulawesi e anche a Makassar con scene di caccia all’uomo. Poi altre chiese bruciate e molte vittime.

Un gruppo di cristiani indonesiani firmarono un appello drammatico: “Preghiamo per i cristiani di Indonesia. Preghiamo per la loro fede durante gli attacchi e per quanti subiscono la tentazione di nascondere la loro identità di fedeli a Cristo. Preghiamo per il mondo perché prenda provvedimenti contro la persecuzione, dovunque essa si verifichi”.

Invece il mondo se ne frega delle stragi di cristiani e Obama va in Indonesia a esaltare questo Paese come esempio di Islam buono. Figuriamoci com’è quello cattivo.

Nel paese indicato da Obama come modello di tolleranza, il 19 ottobre 2005, tre studentesse cristiane, Yusriani di 15 anni, Theresia di 16 anni e Alvita di 19 anni, furono assalite mentre si recavano a scuola (in un liceo cattolico di Poso) da un gruppo di fondamentalisti islamici.

I fanatici le immobilizzarono e poi, con un machete, le sgozzarono. Quindi tagliarono loro la testa a causa della loro fede in Gesù. La testa di una di loro è stata poi lasciata davanti alla chiesa cristiana di Kasiguncu.

Più di recente si è avuto il triste episodio della condanna a morte di tre contadini cattolici, Fabianus Tibo, Domingus da Silva e Marinus Riwu, colpevoli di essersi difesi nel 2000 dagli attacchi degli islamisti a Poso.

Monsignor Joseph Suwatan, vescovo di Manado, andò a confortarli in prigione a Palu in veste di “inviato speciale del Vaticano”, perché – spiegò – Benedetto XVI vuole condividere il dolore ed esprimere la sua solidarietà per l’ingiustizia legale subita dai tre cattolici durante il loro processo.

Un’ultima notizia dal “paese modello” di Obama. Nel settembre 2009 il parlamento di Aceh ha approvato all’unanimità l’introduzione della legge islamica. Ecco il titolo del Corriere della sera del 15 settembre: “Sharia in Indonesia, lapidazione per gli adulteri”.

Con buona pace delle Sakineh che ne faranno le spese. Di cui in realtà non frega niente a nessuno in Occidente. In particolare però non frega niente della tragedia dei cristiani, veri agnelli sacrificali.

Non frega niente all’Onu, alla Ue, ai premi Nobel, ai giornali progressisti, alle carlebruni e ai saviani (che non hanno lanciato appelli né fatto monologhi televisivi su questo genocidio censurato). E tanto meno frega a Obama. 

Antonio Socci

Da “Libero 11 novembre 2010


SALVIAMO ASIA BIBI. TV2000 LANCIA UNA CAMPAGNA DI SOLIDARIETÀ



Da questa sera tutte le edizioni dei telegiornali di TV2000 saranno contrassegnate da un logo con la foto di Asia Bibi, la donna cristiana condannata a morte in Pakistan con l’accusa di blasfemia. La donna, com’è noto, aveva respinto le pressioni delle sue colleghe perché si convertisse all’Islam e aveva difeso con forza le ragioni della propria fede. Picchiata e poi rinchiusa in carcere per oltre un anno, recentemente è stata condannata alla pena capitale da un tribunale del Punjab. In vista del passaggio del caso all’Alta Corte è necessaria una grande mobilitazione internazionale in nome della libertà religiosa, con l’obiettivo di salvare la vita e restituire la libertà a questa donna così coraggiosa e di accendere i riflettori dell’opinione pubblica sulle persecuzioni di cui sono vittime in tutto il mondo tanti cristiani a causa della loro fede.

Chi volesse aderire alla campagna può scrivere un messaggio via sms al numero 331 2933554 o all’indirizzo di posta elettronica salviamoasiabibi@tv2000.it. Ma naturalmente l’auspicio è che la campagna si allarghi e che tanti soggetti si mobilitino utilizzando ogni canale utile..

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

EXORTAÇÃO APOSTÓLICA VERBUM DOMINI




EXORTAÇÃO APOSTÓLICA
PÓS-SINODAL
VERBUM DOMINI
DO SANTO PADRE
BENTO XVI
AO EPISCOPADO, AO CLERO
ÀS PESSOAS CONSAGRADAS
E AOS FIÉIS LEIGOS
SOBRE
A PALAVRA DE DEUS
NA VIDA E NA MISSÃO DA IGREJA
 
Alemão, Espanhol, Francês, Inglês, Italiano, Latim, Polonês, Português