segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Santa Missa rezada na Forma Extraordinária do Rito Romano, celebrada pelo Dr. Pe. Reto Nay na Igreja Paroquial de Sogn Vigeli - Sedrun - Tujetsch no cantão suiço de Grisons

As imagens sagradas e o magistério da Igreja




Por Rodolfo Papa*


ROMA, domingo, 12 de dezembro de 2010 (ZENIT.org) – Um distante concílio, o II Concílio de Niceia, no ano 787, definiu a correção do uso das imagens na Igreja, colocando de forma autorizada fim às tendências iconoclastas.

E no entanto em nossa contemporaneidade, dominada pelo uso obsessivo do que se vê, as igrejas frequentemente são projetadas e realizadas com uma postura que, quando se olha de perto, parece novamente iconoclasta: as paredes estão desnudas, não há imagens, quando muito, elementos estilizados, que aplicam linguagens emprestadas de experiências artísticas distantes do cristianismo, quando não inclusive contrárias a ele.

É oportuno portanto percorrer a antiga via da legitimação das imagens. Partamos precisamente do II Concílio de Niceia, analisando suas preciosas indicações: “nós definimos com todo o rigor e cuidado que, à semelhança da representação da cruz preciosa e vivificante, assim as venerandas e sagradas imagens pintadas quer em mosaico, quer em qualquer outro material adaptado, devem ser expostas nas santas igrejas de Deus, nas alfaias sagradas, nos paramentos sagrados, nas paredes e nas mesas, nas casas e ruas”. As imagens sagradas se colocam no mesmo plano que a representação da cruz, e à semelhança da cruz devem ser expostas em todo lugar: no contexto da liturgia, nos lugares sagrados, mas também na vida cotidiana, nos lugares privados como as casas, e nos lugares públicos como as ruas. A universalidade da mensagem cristã indica a medida dos lugares nos quais expor as imagens, quer dizer, todos os lugares. As imagens sagradas devem além disso estar presentes nos ornamentos sagrados e também nos paramentos. Não se detalha a técnica, de fato, as imagens podem ser pintadas, em mosaico, ou em qualquer outra técnica oportuna, mas se necessita do sujeito: “que sejam a imagem do senhor Deus e Salvador nosso Jesus Cristo, ou da Imaculada Senhora nossa, a Santa Mãe de Deus, dos santos anjos, de todos os santos e justos”. Portanto, trata-se claramente de imagens que representam prioritariamente Jesus Cristo, cuja encarnação é o princípio fundacional da arte sacra figurativa, e também a Mãe do Senhor, os anjos, os santos e os justos, quer dizer, todo o corpo da Igreja, seu mistério e sua história.

O Concílio precisa também os motivos e as finalidades das imagens sagradas: “de fato, quando mais prudentemente estas imagens forem contempladas, tanto mais aqueles que contemplam serão levados à recordação e ao desejo dos modelos originais e a tributar-lhes, beijando-as, respeito e veneração”. A contemplação das imagens induz à recordação e ao desejo dos sujeitos representados; trata-se portanto de uma dinâmica cognoscitiva e afetiva, que parte da imagem representada, mas termina no sujeito real; é análoga, poderíamos dizer, à função que as fotografias de nossos entes queridos têm, que nos recordam as pessoas amadas. Manter viva recordação e o desejo constitui um cuidado importante da própria fé, o cultivo da própria vida espiritual.

Trata-se de uma relação não idolátrica, porque a finalidade da adoração não é a imagem, mas o sujeito representado. De fato, o Concílio cuida em prevenir e deixar à margem os excessos que tinham estado presentes no Oriente cristão, e que tinham também induzido, em contrapartida, a reação iconoclasta. Não se trata, certamente, de uma verdadeira adoração (latria), reservada por nossa fé só à natureza divina, mas de um culto similar ao que se faz à imagem da cruz preciosa e vivificante, aos santos evangelhos e aos demais objetos sagrados, honrando-os com a oferenda do incenso e de luzes segundo o piedoso costume dos antigos. A honra feita à imagem, na realidade, pertence àquele que está representado, e quem venera a imagem venera a realidade de quem nela está reproduzido. Trata-se portanto de uma honra feita à realidade e não à representação, mas que através do culto feito à imagem se alimenta e se expressa a adoração por Deus, o único digno de ser adorado. Observemos que o correto parâmetro do culto da imagem está constituído pelo culto da cruz, preciosa e vivificante, e posto em analogia com o culto que se dá ao Evangelho, que obviamente não significa adoração do livro, mas da Palavra de Deus.

O Concílio sublinha que o culto das imagens forma parte da tradição da Igreja: “Assim se reforça o ensinamento dos nossos santos padres, ou seja, a Tradição da Igreja universal, que de um extremo ao outro da Terra acolheu o Evangelho. Assim nos tornamos seguidores de Paulo, que falou em Cristo, do divino colégio apostólico e dos santos Padres, mantendo a tradição que recebemos. Assim podemos cantar para a Igreja os hinos triunfais à maneira do profeta: “Alegra-te, filha de Sião, exulta filha de Jerusalém; goza e regozija-te com todo o coração; o Senhor tirou de teu meio as iniquidades dos teus adversários, foste libertada das mãos dos teus inimigos. Deus é rei no teu meio, não mais verás o mal”. O culto das imagens se legitima no ensinamento apostólico, na tradição da Igreja universal. Não só, mas se afirma depois que “o que se confiou à Igreja” é “o Evangelho, a representação da cruz, imagens pintadas ou as sagradas relíquias dos mártires”; portanto, as imagens pintadas formam parte do depósito da fé, do que foi “confiado” à Igreja, fugindo portanto ao arbítrio dos homens: ninguém pode decidir que se pode menosprezar o culto das imagens.

A tradição do culto às imagens é ininterrupta na Igreja Católica que, ao contrário, encontra nesta prática um sinal de distinção das tendências iconoclastas próprias de muitas correntes protestantes. O Concílio Vaticano II se coloca em continuidade com a tradição, e na Constituição sobre a Sagrada Liturgia, Sacrosanctum Concilium, afirma: “Mantenha-se o uso de expor imagens nas igrejas à veneração dos fiéis”. Analogamente ao Concílio de Niceia, afirma que a devoção deve ser correta, e sobretudo que o sentimento que se suscite não seja a admiração pela imagem, mas a veneração dos sujeitos apresentados: “Sejam, no entanto, em número comedido e na ordem devida, para não causar estranheza aos fiéis nem contemporizar com uma devoção menos ortodoxa”.

Talvez uma das reflexões mais claras e profundas sobre o uso das imagens sagradas está na introdução ao Compêndio do Catecismo da Igreja Católica (20 de março de 2005): [As imagens] “provêm do riquíssimo patrimônio da iconografia cristã. A tradição secular e conciliar diz-nos que também a imagem é pregação evangélica. Os artistas de todos os tempos apresentaram à contemplação e à admiração dos fiéis os fatos salientes do mistério da salvação, no esplendor da cor e na perfeição da beleza. Indício de que, hoje mais do que nunca, na época da imagem, a imagem sagrada pode exprimir muito mais que a palavra, pois é muito mais eficaz o seu dinamismo de comunicação e de transmissão da mensagem evangélica” (n. 5).

A imagem, durante os séculos, conseguiu transmitir os fatos sobressalentes do mistério da salvação, e muito mais hoje, na civilização da imagem, deve saber recuperar sua própria importância fundamental, enquanto que a imagem transmite mais que as próprias palavras, em um dinamismo de comunicação e transmissão da Boa Notícia.

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* Rodolfo Papa é historiador da arte, professor de história das teorias estéticas na Universidade Urbaniana, em Roma; presidente da Accademia Urbana delle Arti. Pintor, autor de ciclos pictóricos de arte sacra em várias basílicas e catedrais. Especialista em Leonardo Da Vinci e Caravaggio, é autor de livros e colaborar de revistas.

Fonte: Zenit

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

85º ANIVERSARIO DE LAS APARICIONES DE LA VIRGEN MARIA A LA HERMANA LUCIA EN PONTEVEDRA - ESPAÑA


  
Estando en Pontevedra, el 10 de diciembre de 1925 se le apareció la Virgen a Lucía con el Niño Jesús a su lado, subido en una nube de luz. La Virgen puso su mano en el hombro de Lucía, mientras en la otra sostenía su Corazón rodeado de espinas. Al mismo tiempo, el Niño Jesús dijo:

"Ten compasión del Corazón de tu Santísima Madre. Está cercado de las espinas que los hombres ingratos le clavan a cada momento, y no hay nadie quien haga un acto de reparación para sacárselas".

Después dijo Nuestra Señora a Lucía:

"Mira, hija mía, mi Corazón cercado de espinas que los hombres ingratos me clavan sin cesar con blasfemias e ingratitudes. Tú, al menos, procura consolarme y di que a todos los que durante cinco meses en el primer sábado se confiesen, reciban la Sagrada Comunión, recen el Rosario y me hagan compañía durante 15 minutos meditando en los misterios del rosario con el fin de desagraviarme les prometo asistir en la hora de la muerte con las gracias necesarias para su salvación".

* De las Memorias de la Hermana Lucía

Brasil ganhará nova Beata: a Irmã Dulce


VATICANO, 10 Dez. 10 / 02:08 pm (ACI).- Na manhã desta sexta-feira, 10, o Papa Bento XVI recebeu em Audiência privada o prefeito da Congregação para as Causas dos Santos, o Cardeal Angelo Amato, e durante o encontro, o Sumo Pontífice autorizou a Congregação a promulgar os Decretos de 15 Servos de Deus e um Beato, e entre eles os decretos de um milagre atribuído à intercessão da religiosa nascida na Bahia, a Irmã Dulce e outro a uma freira portuguesa, a Serva de Deus Maria Clara do Menino Jesus.

Abaixo reproduzimos os decretos aprovados hoje por Bento XVI:

- um milagre, atribuído à intercessão do Beato Guido Maria Conforti, Arcebispo de Parma e fundador da Pia Sociedade de São Francisco Saverio para as Missões no Exterior; nascido em Ravadese (Itália) em 30 de março de 1865 e falecido em Parma (Itália) em 5 de novembro de 1931;

- um milagre, atribuído à intercessão do Venerável Servo de Deus Francesco Paleari, Sacerdote do Instituto Cottolengo; nascido em Pogliano Milanese (Itália) em 22 de outubro de 1863 e falecido em Turim (Itália) em 7 de maio de 1939;

- um milagre, atribuído à intercessão da Venerável Serva de Deus Anna Maria Janer Anglarill, fundadora do Instituto das Irmãs da Sagrada Família de Urgell; nascida em Cervera (Espanha) em 18 de dezembro de 1800 e falecida em Talarn (Espanha) em 11 de janeiro de 1885;

- um milagre, atribuído à intercessão da Venerável Serva de Deus Maria Clara do Menino Jesus (no século: Libânia do Carmo Galvão Meixa De Moura Telles e Albuquerque), fundadora da Congregação das Irmãs Franciscanas dos Hospitais da Imaculada Conceição; nascida em Amadora (Portugal) em 15 de junho de 1843 e falecida em Lisboa (Portugal) em 1° de dezembro de 1899;

- um milagre, atribuído à intercessão da Venerável Serva de Deus Dulce (no século: Maria Rita Lopes Pontes), Irmã professa da Congregação das Irmãs Missionárias da Imaculada Conceição da Mãe de Deus; nascida em São Salvador de Bahia (Brasil) em 26 de maio de 1914 e ali falecida em 13 de março de 1992;

- o martírio do Servo de Deus Luigi Andritzki, Sacerdote diocesano; nascido em Radibor (Alemanha) em 2 de julho de 1914 e morto no campo de concentração de Dachau (Alemanha) em 3 de fevereiro de 1943;

- o martírio dos Servos de Deus Giuseppe Nadal y Guiu, nascido em Bell-lloc (Espanha) em 25 de julho de 1911, e Giuseppe Jordán y Blecua, nascido em Azlor (Espanha) em 27 de maio de 1906, Sacerdotes diocesanos; assassinados em Monzón, por ódio à fé, durante a perseguição religiosa na Espanha, em 12 de agosto de 1936;

- o martírio dos Servos de Deus Antonio (no século: Michele Faúndez López), Sacerdote professo da Ordem dos Frades Menores, nascido em La Hiniesta (Espanha) em 23 de julho de 1907, e Boaventura (no século; Baltasar Mariano Muñoz Martínez), Clérigo da Ordem dos Frades Menores, nascido no distrito de Santa Cruz (Espanha) em 7 de dezembro de 1912, além de Pietro Sanchez Barba, nascido em Llano de Brujas (Espanha) em 1° de julho de 1895, e Fulgenzio Martínez García, nascido em Ribera de Molina em 14 de agosto de 1911, Sacerdotes da Ordem Terceira Secular de São Francisco de Assis, assassinados por ódio à fé, durante a perseguição religiosa na Espanha, em 1936;

- as virtudes heroicas do Servo de Deus Antonio Palladino, Sacerdote diocesano e fundador da Congregação das Irmãs Dominicanas do Santíssimo Sacramento; nascido em Cerignola (Itália) em 10 de novembro de 1881 e ali falecido em 15 de maio de 1926;

- as virtudes heroicas do Servo de Deus Béchara (no século: Sélim Abou-Mourad), Sacerdote professo da Ordem Basiliano do Santíssimo Salvador dos Melquitas; nascido em Zahlé (Líbano) em 19 de maio de 1853 e falecido em Saïda (Líbano) em 22 de fevereiro de 1930;

- as virtudes heroicas da Serva de Deus Maria Elisa Andreoli, fundadora da Congregação das Servas de Maria Reparadora; nascida em Agugliaro (Itália) em 10 de julho de 1861 e falecida em Rovigo (Itália) em 1° de dezembro de 1935;

- as virtudes heroicas da Serva de Deus Maria Pilar del Sacro Cuore (no século: Maria Pilar Solsona Lambán), Religiosa professa do Instituto das Filhas de Maria Religiosa das Escolas Pias; nascida em Zaragoza (Espanha) em 22 de dezembro de 1881 e falecida em Logroño (Espanha) em 20 de novembro de 1966. 

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Maria Santíssima nos alenta a abrir-nos ao Espírito Santo para expulsar todo mal, afirmou o Papa Bento XVI





.- Ao presidir a saudação à Imaculada Concepção ontem pela tarde na Praça Espanha em Roma, o Papa Bento XVI assinalou que a mensagem da Virgem Maria para todos é abrir-se ao Espírito Santo para chegar ao destino final totalmente imaculados, livres do mal.

Na homenagem diante da imagem da Virgem Maria colocada sobre uma coluna em frente à Embaixada da Espanha ante a Santa Sé, o Santo Padre assinalou que "estamos aqui reunidos em torno deste histórico monumento, que hoje está totalmente rodeado de flores, sinal do amor e da devoção do povo romano pela Mãe de Jesus. E o presente mais belo que lhe oferecemos é nossa oração, a qual levamos no coração e que confiamos à sua intercessão".

"Mas quando vamos aqui, especialmente nesta celebração de 8 de dezembro, é muito mais importante o que recebemos de Maria, em relação ao que lhe oferecemos. Ela nos dá uma mensagem destinada a cada um de nós, à cidade de Roma e ao mundo inteiro".

"Também eu, que sou o Bispo desta Cidade, venho para escutar. E o que nos diz Maria? Fala-nos com a Palavra de Deus, que se fez carne em seu seio. Sua ‘mensagem’ não é outra que Jesus. Maria nos diz que todos estamos chamados a abrir-nos à ação do Espírito Santo para poder chegar, em nosso destino final, a sermos imaculados, plena e definitivamente livres do mal".

Bento XVI ressaltou que "esta é a mensagem de Maria, e quando venho aqui, nesta festividade, comove-me, porque sinto que está dirigido a toda a Cidade, a todos os homens e mulheres que vivem em Roma: também àqueles que hoje não se lembra sequer que é a Festa da Imaculada; a quem se sente só e abandonado. O olhar de Maria é o olhar de Deus sobre cada um de nós. Ela nos olha com o amor mesmo do Pai e nos abençoa".

"A Mãe nos olha como Deus olhou para ela, humilde moça de Nazaré, insignificante aos olhos do mundo mas escolhida e preciosa para Deus. Reconhece em cada um a semelhança com seu Filho Jesus, embora nós sejamos tão diferentes! Mas quem melhor que ela conhece o poder da Graça divina? Quem melhor que ela sabe que para Deus nada é impossível?".

Finalmente o Papa disse que "este é, queridos irmãos e irmãs a mensagem que recebemos aqui, aos pés de Maria Imaculada. É uma mensagem de confiança para cada pessoa desta Cidade e do mundo inteiro".

Antes de chegar à Praça, o Papa se deteve na igreja da Santíssima Trindade, onde saudou os padres Dominicanos e a Associação de Comerciantes Romanos. Uma vez perante a estátua abençoou uma cesta de rosas que foi colocada no pedestal da coluna da Imaculada, em presença de milhares de fiéis.



TERCEIRO DOMINGO DO ADVENTO OU DOMINGO GAUDETE

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

No dia da Imaculada o Neo Cardeal Domenico Bartolucci celebra Santa Missa Prelatícia na Paróquia da FSSP em Roma









 




Bento XVI antes de recitação do Angelus da Imaculada Conceição: O mal avança mas a Misericórdia de Deus é mais poderosa




(8/12/2010) No mundo de hoje, infelizmente todos os dias fazemos experiencia do mal que se manifesta de muitas maneiras nas relações e nos acontecimentos. Por isso, mais do que nunca - afirmou o Papa antes da recitação do Angelus – o mistério da Imaculada Conceição é fonte de luz interior, de esperança e de conforto.

No meio das provações da vida e especialmente das contradições que o homem experimenta dentro de si e á sua volta, de facto, Maria, Mãe de Cristo diz-nos que a Graça é maior do que o pecado, que a Misericórdia de Deus á mais poderosa do que o mal e sabe transformá-lo em bem.

O Papa evocou depois o papel de Satanás para recordar que o mal tem a sua raiz no coração do homem, um coração ferido, doente, e incapaz de curar-se sozinho.

A Sagrada Escritura revela-nos que na origem de todo o mal está a desobediência á vontade de Deus e que a morte assumiu o domínio porque a liberdade humana cedeu á tentação do Maligno.

Dirigindo-se ás mais de 50 mil pessoas congregadas ao meio dia na Praça de S. Pedro para a recitação do Angelus o Papa explicou precisamente com a oposição entre o bem e o mal o significado do dogma da Imaculada Conceição proclamado por Pio IX e anunciou que esta tarde, como nos anos precedentes, renovará a tradicional homenagem á Virgem Imaculada junto do monumento a ela dedicado na Praça de Espanha, no centro histórico de Roma.

Com este acto de devoção – sublinhou – torno-me interprete do amor dos fiéis de Roma e do mundo inteiro á Mãe que Cristo nos deu.

E Bento XVI concluiu:

À sua intercessão confio as necessidades mais urgentes da Igreja e do mundo. Que ela nos ajude sobretudo a ter fé em Deus, a acreditar na sua Palavra, a rejeitar sempre o mal e a seguir o bem.