segunda-feira, 10 de outubro de 2016
sexta-feira, 7 de outubro de 2016
Non arma, non vires, non duces, sed unice Regina sacratissimi Rosarii fecit nos victores
Nossa Senhora do Rosário, rogai por nós!
Santa Missa em Rito Gregoriano na igreja de Santa Maria das Vitórias em Nápoles, construída pela filha de João de Áustria após a vitória dos cristãos na Batalha de Lepanto, a qual está representada em um afresco em cima do altar.
quarta-feira, 28 de setembro de 2016
Chega em Nápoles o Instituto de Cristo Rei Sumo Sacerdote
Em Nápoles, na festa de São Januário, começou o seu apostolado o Instituto de Cristo Rei Sumo Sacerdote na Igreja da Arquiconfraria de Nossa Senhora do Socorro a ele confiada pelo Card. Sepe.
Desejamos que logo os membros deste Instituto dedicado à Forma Extraordinária do Rito Romano possam vir exercer o seu ministério na Terra de Santa Cruz.
Desejamos que logo os membros deste Instituto dedicado à Forma Extraordinária do Rito Romano possam vir exercer o seu ministério na Terra de Santa Cruz.


sábado, 24 de setembro de 2016
quinta-feira, 15 de setembro de 2016
domingo, 11 de setembro de 2016
segunda-feira, 21 de março de 2016
segunda-feira, 7 de março de 2016
Papa: greco-católicos ucranianos exemplo de fidelidade nas tribulações
Cidade do Vaticano (RV) - Gratidão e reconhecimento à Igreja greco-católica ucraniana que, nas tribulações, manteve-se sempre fiel à Igreja e ao Sucessor de Pedro. É o que escreve o Papa Francisco em uma mensagem à Sua Beatitude Sviatoslav Shevchuk, Arcebispo-Mor de Kiev-Halyč por ocasião da triste comemoração dos 70 anos do pseudo-sínodo de Lviv, que, em 1946, colocou na ilegalidade a Igreja greco-católica ucraniana. O Arcebispo Shevchuk foi recebido sábado, no Vaticano, pelo Papa junto com os membros do Sínodo Permanente da Igreja greco-católica ucraniana.
“Setenta anos atrás, – disse o Papa Francisco na sua mensagem aos greco-católicos ucranianos - o contexto ideológico e político, bem como as ideias contrárias à própria existência da sua Igreja, levaram à organização de um pseudo-Sínodo em Lviv, provocando nos Pastores e nos fiéis décadas de sofrimento”. Na triste “recordação desses eventos”, continua o Papa, “inclinamos nossas cabeças com profunda gratidão àqueles que, também à custa de tribulações e até mesmo do martírio, no decorrer do tempo testemunharam a fé, vivida com dedicação na sua igreja e em união indefectível com o Sucessor de Pedro”.
Reconhecimento aos greco-católicos ucranianos pela sua fidelidade
Ao mesmo tempo, escreve o Papa, “com os olhos iluminados pela mesma fé, olhamos para o Senhor Jesus Cristo, colocando n’Ele, e não na justiça humana, toda a nossa esperança. Ele é a verdadeira fonte de nossa confiança para o presente e para o futuro, pois temos certeza de que somos chamados a anunciar o Evangelho também em meio a quaisquer sofrimentos ou dificuldades”. Francisco, então expressa “profunda gratidão” pela fidelidade dos greco-católicos ucranianos e encoraja-os a serem “testemunhas incansáveis daquela esperança que faz com que torne mais luminosa a nossa existência e de todos os irmãos e irmãs em torno a nós”.
Solidariedade a pastores e fiéis em tempo de guerra e tribulações
O Papa também renova a sua “solidariedade aos Pastores e fiéis por aquilo que eles estão fazendo neste momento difícil, marcado pelas dificuldades da guerra, para aliviar os sofrimentos da população e buscar os caminhos da paz para a querida terra ucraniana”. “No Senhor - conclui - estão a nossa coragem e a nossa alegria. É a ele a quem me dirijo, por intercessão da Bem-Aventurada Virgem Maria e dos mártires da sua Igreja, para que a consolação divina ilumine os rostos de suas comunidades na Ucrânia e em outras partes do mundo”. (SP)
terça-feira, 1 de março de 2016
terça-feira, 9 de fevereiro de 2016
TEMPO DA QUARESMA NA FORMA EXTRAORDINÁRIA DO RITO ROMANO
a) Proibem-se as Missas votivas e quotidianas pelos defuntos. As missas de 3o., 7o., 30o. dia e aniversário são permitidas durante a semana, exceto na quarta-feira de cinzas e na Semana Santa. A missa de funerais é proibida nos domingos (até o 1o. depois da Páscoa inclusive).
b) Os domingos são de 1a. classe: não admitem comemoração, festa, nem solenidade. As festas de 1a. classe que ocorrerem são transferidas para a segunda-feira, com comemoração nas II Vésp. do domingo.
c) Nas férias: cada dia tem sua missa própria; em Mat. leituras da Homilia.
d) Na missa ferial: no tractus das segundas, quartas e sextas-feiras, ajoelha-se desde adjuva nos até nomen tuum. No fim da missa Oratio super populum.
e) A comemoração da féria é privilegiada: faz-se sempre antes de qualquer outra.
f) As férias das quatro têmporas precedem as festas de 2a. cl. particulares, não as universais. As outras férias precedem as festas de 3a. cl.
g) As preces feriais rezam-se de joelhos em Laudes e Vésp. das férias das quartas e sextas-feiras e em Laudes do sábado das têmporas.
h) O órgão só é permitido nos domingos e férias para acompanhar o canto. Proibem-se igualmente as flores no altar. As exceções são o domingo Laetare, os dias de festa e as solenidades extraordinárias.
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