quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Juventude, o presente da Igreja: Extraordinário Pontifical nos Salesianos de Madrid



Santa Missa Pontifical na Forma Extraordinária celebrada na Igreja de São Francisco de Sales em Madri  por Dom Dominique Rey, bispo de Fréjus-Toulon na França,  para os jovens participantes da Jornada Mundial da Juventude.

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

O "Último Evangelho" ou o Prólogo de João proclamado no fim da Missa



Pax et bonum!

Caríssimos, certamente há muitas pessoas que ainda não conhecem a Missa na Forma Extraordinária (usus antiquior) e outras podem ainda estar tendo seu primeiro contato. Outras já a conhecem, todavia podem ignorar a razão para aquela que é a última parte do Ordo Missæ de 1962: a proclamação do Prólogo do Evangelho segundo São João (Jo 1,1-14).

Pe. Jacques Olivier, da Fraternidade Sacerdotal São Pedro, escreveu um estudo sobre o assunto, donde tiro algumas citações. Algo mais pode ser conferido no artigo sobre o Evangelho na Liturgia, da Catholic Encyclopedia.

Sabemos que o uso do Evangelho e dos demais livros da Sagrada Escritura na Liturgia, onde são lidos e explicados, existe desde o início do cristianismo. Testemunho claro é o relato de São Justino (séc. II) explicando a Liturgia de seu tempo: "no dia chamado 'do sol' [que chamamos 'do Senhor' = Domingo], todos os que moram nas cidades ou nos campos se reúnem num mesmo lugar, e as memórias dos apóstolos ou os escritos dos profeta são lidos, de acordo com o que o tempo permitir; então, quando o leitor termina, o presidente instrui com palavras, e exorta à imitação de tão bons conselhos".

Muitos outros dos antigos Padres da Igreja dão igual testemunho.

Antiga também é a divisão do culto cristão em um momento em que há a instrução e um momento em que há o sacrifício; uma Liturgia dos Catecúmenos e uma Liturgia dos Fiéis; a Liturgia da Palavra e a Liturgia da Eucaristia.

Há evidências de que a leitura era espontânea, tirada da Sagrada Escritura diretamente. "Nesse tempo, então, o texto era lido continuamente de uma Bíblia, até que o presidente (o bispo que estava celebrando) dissesse ao leitor que parasse. Esta leituras variavam em número. Uma prática comum era ler primeiramente do Antigo Testamento (Prophetia), depois uma Epístola (Apostolus) e por último de um Evangelho (Evangelium). Em todo caso, o Evangelho era lido por último, como consumação de todo o restante".

Passados alguns séculos as perícopes (trechos que compõem as leituras) foram sendo organizadas e daí foram surgindo gradativamente livros organizados como o Lecionário e o Evangeliário.

Sobre o Último Evangelho, retirado do Ordinário da Missa durante a Reforma pós-conciliar, diz-se que se trata de um desenvolvimento tardio, provavelmente do séc. XII-XIII.

As últimas palavras do rito eram Ite missa est. A oração Placeat tibi, a bênção e o Evangelho apareceram como devoção do sacerdote celebrante, mas foram sendo cada vez mais absorvidos até entrarem oficialmente no Ordo Missæ.

O prólogo de João era lido na celebração do Batismo, segundo alguns Sacramentários, por causa das palavras: "Quotquot autem receperunt eum, dedit eis potestatem filios Dei fieri, his, qui credunt in nomine eius: qui non ex sanguinibus, neque ex voluntate carnis, neque ex voluntate viri, sed ex Deo nati sunt". (Mas a todos aqueles que o receberam, aos que crêem no seu nome, deu-lhes o poder de se tornarem filhos de Deus, os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas sim de Deus.)

Igualmente adequado seria usar deste Prólogo no Santo Sacrifício pelo fato de dizer: "Et verbum caro factum est, et habitavit in nobis" (E o Verbo se fez carne e habitou entre nós), precisamente o que acontece na Oração Eucarística e na Comunhão, lembra-nos o Pe. Jacques.

No Missal dos jacobinos, de 1254, o Prólogo aparece como uma das preces do sacerdote para ser rezada após a Missa. No estudo, Pe. Jacques cita ainda outros exemplos de como este trecho do Evangelho aparece ou ao fim da Missa, ou no caminho entre o altar e a sacristia, ou como primeira oração após a Missa.

Foi com São Pio V que se tornou uniforme a proclamação do Prólogo junto do altar, no fim da Missa.

Ao contrário do Evangelho normal, da Liturgia dos Catecúmenos ou da Palavra, este Evangelho nunca é solenizado: sempre é lido (sem canto), do altar (do lado norte = lado do Evangelho), sem incenso ou castiçais. E mesmo estando presente um diácono, é sempre o sacerdote quem o lê.

No Ritual Romano antigo, usado como Forma Extraordinária, o mesmo Prólogo de João aparece como última ação antes da bênção e aspersão de um enfermo, durante uma visita. Este uso remonta a um costume muito antigo, que era o de rezar este Evangelho no leito dos enfermos. Houve até mesmo usos supersticiosos deste trecho do Evangelho.

O Evangelho normal é o Prólogo de João, mas em algumas poucas ocasiões o texto é outro.

O estudo do Pe. Jacques segue com uma explicação de cada expressão deste Evangelho, recordando, por fim, o ânimo agradecido que é suscitado pelo testemunho da bondade tamanha de Deus neste belíssimo Prólogo de João.

Por último, cito o Servo de Deus Pe. Reus, que diz, em seu Curso de Liturgia: "O último evangelho de São João é a parte mais recente da missa. Encontra-se no século XIII, tornou-se geral no século XV. Motivos para recitá-lo no fim da missa seriam: a) grande confiança que o povo tinha e tem nele por causa da sua eficácia, para proteger contra os demônios e as suas infestações. Pois é um exorcismo (Rit. XI, c. 2, n. 3), usado também nas famílias. Em caso de trovoada violenta, acende-se uma vela e reza-se o evangelho de São João, contra os demônios. Por isto explica-se o desejo dos fiéis que este exorcismo se rezasse no fim da missa, para proteger os frutos da agricultura. b) a devoção do celebrante. Pois é uma ação de graças muito própria, pela profissão de fé na divindade de Jesus Cristo; pelas palavras: In propria venit et sui eum non receperunt, inciso este que exprime a humildade do celebrante, em cujo coração Nosso Senhor entrou; pelas palavras: Et Verbum caro factum est, cuja recitação depois da comunhão estava prescrita por missais medievais".

Referências:

FORTESCUE, Adrian. GOSPEL IN THE LITURGY. The last gospel. New York. 1909. Disponível em:


REUS, Pe. João Baptista. CURSO DE LITURGIA. Pp. 263-264. Petrópolis-RJ. 1944. Disponível em:

Por Luís Augusto - membro da Associação Redemptionis Sacramentum

Santa Missa Tradicional voltou à Catedral do Brooklyn

No passado 25 de julho, festa do Apóstolo São Tiago, voltou a celebrar-se depois de 45 anos a Santa Missa com o Missal do Beato João XXIII na Catedral da diocese de Brooklyn, Nova York, nos Estados Unidos, por desejo do Bispo Dom Nicholas DiMarzio. A Catedral tem precisamente o apóstolo como titular

 







Society of St Hugh of Cluny

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Palestra proferida pelo Pe. José Edilson de Lima no XXVI Encontro da Sociedade Brasileira de Canonistas


Leia a palestra O Motu Proprio Summorum Pontificum e a Instrução Universae Ecclesiae do  Pe. José Edilson de Lima da Administração Apostólica São João Maria Vianney e Juiz Auditor do Tribunal Eclesiástico do Rio de Janeiro

Sua contribuição no XXVI Encontro da Sociedade Brasileira de Canonistas em Londrina é um ótimo auxílio para  sacerdotes e leigos que desejam atualizar-se e ter uma maior compreensão da nova legislação litúrgica da Igreja promulgada pelo atual Pontífice

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

«La comunión en la mano no tiene nada que ver con la Iglesia primitiva, es de origen calvinista»


Athanasius Schneider, experto en Patrística y obispo auxiliar en Kazajistán, explicó en una emisora de Radio María cómo se comulgaba entonces.

Athanasius Schneider tiene 50 años, es ucraniano y desde 2006 ha ejercido como obispo auxiliar en dos diócesis de Kazajistán, una ex república soviética con un 26% de población cristiana, mayoritariamente ortodoxa pero con una pujante comunidad católica.

Recientemente, monseñor Schneider, que es experto en Patrística e Iglesia primitiva, explicó en la emisora de Radio María en el sur del Tirol las diferencias entre la forma de comulgar en la Iglesia primitiva y la actual práctica de la comunión en la mano.

Según afirmó, esta costumbre es "completamente nueva" tras el Concilio Vaticano II y no hunde sus raíces en los tiempos de los primeros cristianos, como se ha sostenido con frecuencia.

En la Iglesia primitiva había que purificar las manos antes y después del rito, y la mano estaba cubierta con un corporal, de donde se tomaba la forma directamente con la lengua: "Era más una comunión en la boca que en la mano", afirmó Schneider. De hecho, tras sumir la Sagrada Hostia el fiel debía recoger de la mano con la lengua cualquier mínima partícula consagrada. Un diácono supervisaba esta operación.

Jamás se tocaba con los dedos: "El gesto de la comunión en la mano tal como lo conocemos hoy era completamente desconocido" entre los primeros cristianos.

Origen calvinista


Aun así, se abandonó aquel rito por la administración directa del sacerdote en la boca, un cambio que tuvo lugar "instintiva y pacíficamente" en toda la Iglesia. A partir del siglo V, en Oriente, y en Occidente un poco después. El Papa San Gregorio Magno en el siglo VII ya lo hacía así, y los sínodos franceses y españoles de los siglos VIII y IX sancionaban a quien tocase la Sagrada Forma.

Según monseñor Schneider, la práctica que hoy conocemos de la comunión en la mano nació en el siglo XVII entre los calvinistas, que no creían en la presencia real de Jesucristo en la eucaristía. "Ni Lutero", que sí creía en ella aunque no en la transustanciación, "lo habría hecho", dijo el obispo kazajo: "De hecho, hasta hace relativamente poco los luteranos comulgaban de rodillas y en la boca, y todavía hoy algunos lo hacen así en los países escandinavos".

CL/ReL

domingo, 14 de agosto de 2011

La Asunción de la Virgen María y el Venerable Pío XII, "Doctor Marianus"

Extraordinario documental sobre la definición del dogma de la Asunción
por el Venerable Pío XII, el 1º de noviembre de 1950

1950 puede ser considerado el vértice y punto culminante del pontificado del venerable Pío XII. Era año jubilar y los peregrinos afluían a Roma en muchedumbres sin precedentes, venidas quizás porque en la capital del Papado veían la única roca de estabilidad y el único puerto de seguridad después que en el curso de la terrible guerra que acababa de desangrar se habían perdido todos los referentes humanos. La voz del Vicario de Cristo se había alzado con una altísima autoridad moral y era respetada y escuchada hasta por los líderes políticos y religiosos y los pueblos ajenos al catolicismo. La Iglesia mostraba una vitalidad y dinamismo enormes: gran florecimiento de vocaciones, aumento constante de la práctica dominical en los fieles, surgimiento de nuevas formas de vida consagrada y apostolado, difusión sin precedentes de las misiones católicas en el mundo entero, un renovado interés por la sagrada liturgia… Cierto es que este panorama alentador ofrecía algunas sombras (empezaba a insinuarse la contestación teológica del magisterio, algunos sectores del clero se comenzaban a ideologizar, el peligro de caer en la rutina y en la instalación en la comodidad de una religiosidad puramente formal se cernía sobre no pocos fieles), pero los aspectos más visibles eran los positivos.

Fue en ese año y en ese contexto cuando el 1º de noviembre el Romano Pontífice definía solemnemente, ante más de ochocientos obispos venidos de todas partes y una multitud de cientos de miles de fieles congregados en la Plaza San de San Pedro, el dogma de la Asunción de la Santísima Virgen, corolario del dogma de la Inmaculada, que cien años antes había proclamado otro Pío, el nono de su nombre. Después de la peroración de rigor pronunciada por el cardenal Eugène Tisserant, decano del Sacro Colegio cardenalicio, el papa Pacelli pronunció las palabras que se grabarían con letras indelebles en las Actas del Magisterio solemne de la Iglesia:

“Quapropter, postquam supplices etiam atque etiam ad Deum admovimus preces, ac Veritatis Spiritus lumen invocavimus, ad Omnipotentis Dei gloriam, qui peculiarem benevolentiam suam Mariae Virgini dilargitus est, ad sui Filii honorem, immortalis saeculorum Regis ac peccati mortisque victoris, ad eiusdem augustae Matris augendam gloriam et ad totius Ecclesiae gaudium exsultationemque, auctoritate Domini Nostri Iesu Christi, Beatorum Apostolorum Petri et Pauli ac Nostra pronuntiamus, declaramus et definimus divinitus revelatum dogma esse : Immaculatam Deiparam semper Virginem Mariam, expleto terrestris vitae cursu, fuisse corpore et anima ad caelestem gloriam assumptam”.

“Por tanto, después de elevar a Dios muchas y reiteradas preces e invocar la luz del Espíritu de la Verdad, para gloria de Dios omnipotente, que otorgó a la Virgen María su peculiar benevolencia; para honor de su Hijo, Rey inmortal de los siglos y vencedor del pecado y de la muerte; para acrecentar la gloria de esta misma augusta Madre y para gozo y alegría de toda la Iglesia, por la autoridad de Nuestro Señor Jesucristo, de los bienaventurados apóstoles Pedro y Pablo y por la nuestra, pronunciamos, declaramos y definimos ser dogma de revelación divina que la Inmaculada Madre de Dios, siempre Virgen María, cumplido el curso de su vida terrena, fue asunta en cuerpo y alma a la gloria celeste”. (Bula Munificentissimus Deus, 44; Denz. 3903).

La Dormición de la Santísima Madre de Dios en la Tradición Bizantina (II)


Hoy es llevada a la vida la que es Madre de la Vida

La Tradición bizantina tiene como primera gran Fiesta del ciclo litúrgico el Nacimiento de la Madre de Dios el día 8 de septiembre, y lo concluye con su Dormición y Tránsito al cielo el 15 de agosto, queriendo subrayar que, para cada cristiano y para toda la Iglesia la Madre de Dios, representa el camino que introduce al misterio salvífico de Cristo. En Oriente la fiesta de la Dormición de la Madre de Dios es fijada este día a finales del finales del siglo IV por el emperador Mauricio (592-602), mientras que en Occidente es introducida por el Papa Sergio I a finales del siglo VII. La fiesta del 15 de Agosto, en los libros litúrgicos bizantinos lleva el título de “Dormición” de la Madre de Dios, y celebra su tránsito y su plena glorificación como primer fruto del misterio pascual de Cristo. La celebración litúrgica está precedida el 14 por un día de prefiesta, y seguida de una octava que concluye el día 23. El día prefestivo introduce ya en los diversos aspectos que después serán desarrollados en el oficio festivo: invitación al gozo (dirigido a toda la creación), convocación e invocación para que los apóstoles se reúnan en torno a la Madre de Dios, el anuncio del tránsito de María, hecho a partir de la lectura de los diversos versículos de los salmos 44 y 131 que serán retomados en el oficio de la fiesta.

Los textos litúrgicos de la Dormición de María son un entrelazado de muchos títulos dados a la Madre, títulos fundamentalmente cristológicos, que subrayan los aspectos más destacados, como pueden ser: su divina maternidad, su papel de intercesora presso el Hijo, su muerte/dormición y su tránsito al cielo. Títulos cristológicos que llevan a la Iglesia a meditar sobre el papel de María en vista a la salvación querida por Dios. Las vísperas preveen tres lecturas del Antiguo Testamento: Gn 28 con la visión nocturna de la escala de Jacob; Ez 43-44 con la profecía de la puerta cerrada varcata soltanto por el Señor y, por último, Prov 9 con el anuncio de la casa construida por la sabiduría de Dios. La liturgia esucarística propone dos textos neotestamentarios. El primero (Fil 2, 5-11) es el canto de la humillación de Dios: para glorificar y llevar al hombre, su criatura, a la primitiva gloria y belleza el Verbo de Dios se abaja y se hace hombre. La liturgia aplica la perícopa evangélica Lc 10, 38-42 y 11, 27-28 a María, a toda la Iglesia, llamada a ser fiel a la escucha de la Palabra de Dios.

La liturgia del 15 de Agosto subraya en primer lugar la maternidad divina de María con títulos que evidencian el papel que Ella ha tenido en el cumplimiento del querer salvífico de Dios. Es invocada como “fuente de la vida”, “trono del Altísimo”, “Madre del Rey”. Su virginidad corporal es evocada como “cuerpo inmaculado, origen de vida”, “cuerpo purísimo que ha acogido a Dios”; y su seno se convierte en “receptáculo de la esencia eterna”, “lámpara de la luz inaccesible”. Además, el título “arca de Dios para su descanso” nos permite, a lo largo de todo el oficio vespertino, hacer una lectura cristológica y mariológica del salmo 131. Además, el canon del oficio matutino, obra de san Juan Damasceno (+749), la invoca como “aquella que ha parido al autor de la vida”, “Madre del Creador de todos”, “cocchio de la divinidad”, “cuerpo que es el origen de vida y morada de Dios”, “Madre del beneplácito del Padre”.

La fiesta de la Dormición resalta el papel que la Madre de Dios ha tomado presso a su Hijo per la salvación de los hombres. Muchos de los troparios, de hecho, concluyen con la afirmación “por tu mediación Él derrama al mundo su gran misericordia”, o comienzan con el “Aquella que intercede...”. La Madre de Dios se convierte en instrumento único, vaso de elección, “gracias a la cual hemos sido deificados”.

El tránsito de María a la verdadera vida es además un motivo de gozo para toda la creación, ángeles y hombres. La liturgia bizantina canta el misterio de la plena glorificación de la Madre de Dios con vivas imágenes ulteriormente exaltadas por medio del contraste: “Hoy el cielo abre su seno para recibir a Aquella que ha parido a Aquél que el universo no puede contener”; “es llevada a la vida Aquella que es Madre de la Vida”; “la hija de David, gracias a la cual hemos sido deificados, pasa gloriosamente e inefablemente en las manos del propio Hijo y Soberano”. María, por medio de su muerte y su tránsito al cielo, es acogida por su Hijo: “Tú que has sido sagrario de la vida, has raggiunto la eterna vida. A través de la muerte, de hecho, has pasado a la vida, tú que has parido a la vida

(Publicado por Manuel Nin; traducción del original italiano: Salvador Aguilera López)


Fuente: lexorandi.es

JMJ Madrid: Gracias Santo Padre por Summorum Pontificum


Fotografía tomada por el centro de Madrid,
un gran cartel que esperamos tenga ocasión de ver el Santo Padre


La iglesia que el Arzobispado de Madrid designó para la Forma Extraordinaria del Rito Romano durante la Jornada Mundial de la Juventud es la Parroquia de San Francisco de Sales (Salesianos), calle Francos Rodríguez, 5  Madrid


La adoración eucarística será en el Tercer Monasterio de la Visitación, Salesas, Pº San Francisco de Sales, 48 junto a las Misas propias de este templo: Lunes a viernes: 8 horas. Sábados 9 h. Domingos y festivos: 11 h


Fuente: Acción Litúrgica