terça-feira, 20 de setembro de 2011

Texto íntegro del decreto de heroicidad de virtudes del Siervo de Dios (hoy venerable) Pío XII (Latín - Español)

Benedicto XVI durante la Misa de cincuentenario
 tránsito del hoy venerable Pío XII

Beatificationis et Canonizationis Servi Dei Pii XII
(Eugenii Pacelli), Summi Pontificis (1876-1958)

DECRETUM SUPER VIRTUTIBUS

« Dabo vobis pastores iuxta cor meum, et pascent vos scientia et doctrina » (Ier 3, 15).

Sanctos inter et sapientes pastores, quos Spiritus Sanctus Dei Populo dedit, haud dubie Summus Pontifex Pius XII est recensendus, qui, divinum Pastorem vestigiis sequens, Ecclesiae humanaeque familiae magna caritate et sollicitudine, vasta doctrina, evangelica prudentia et plena erga munus illi divinitus commissum fidelitate inserviit.

Hic sacerdos magnus Romae natus est die 2 mensis Martii anno 1876, secundus inter filios, a parentibus Philippo Pacelli et Virginia Graziosi; sequenti die baptismatis aqua ablutus est, nomina assumens Eugenii Mariae Iosephi.

Vitam evolvit apud familiam normis fidei suffultam et mutuis amoris rationibus praestantem.

Missal de 1962, Enriquecimento Mútuo e Reforma da Reforma


Diversos blogs postaram a seguinte notícia publicada por Chiesa,  por sua tomada do volume  “A atualidade da Santa Sé 2010” como se já não fosse esperado:

“Foi constituída uma comissão mista, com especialistas da comissão Ecclesia Dei e da Congregação para o Culto Divino, para a “atualização” das memórias dos santos e a “possível inserção de novos prefácios” no Missal Romano pré-conciliar de 1962, ao qual Bento XVI deu plena cidadania em 2007”.

No entanto, isto já estava previsto na Carta do Santo Padre Bento XVI aos bispos que acompanha o Motu Proprio Summorum Pontificum quando fala de um conceito sumamente importante no processo de Reforma da Reforma por ele desejada, ou seja, o enriquecimento mútuo. Eis o que diz o Santo Padre:

“As duas Formas do uso do Rito Romano podem enriquecer-se mutuamente: no Missal antigo poderão e deverão ser inseridos novos santos e alguns dos novos prefácios. A Comissão Ecclesia Dei, em contato com os diversos entes devotados ao usus antiquior, estudará as possibilidades práticas de o fazer. E, na celebração da Missa segundo o Missal de Paulo VI, poder-se-á manifestar, de maneira mais intensa do que frequentemente tem acontecido até agora, aquela sacralidade que atrai muitos para o uso antigo. A garantia mais segura que há de o Missal de Paulo VI poder unir as comunidades paroquiais e ser amado por elas é celebrar com grande reverência em conformidade com as rubricas; isto torna visível a riqueza espiritual e a profundidade teológica deste Missal”.

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Blog Una Voce Brasil


A Una Voce é uma federação internacional de grupos que luta pela difusão da Santa Missa na Forma Extraordinária do Rito Romano.

Presente em mais de 36 países, a Una Voce é reconhecida pelos seus esforços na popularização do rito gregoriano e na propagação do vasto patrimônio cultural da Igreja.

No Brasil se está formando um braço desta comunidade internacional de leigos para a promoção da liturgia e a defesa dos valores católicos na nossa sociedade.

Para conhecer mais clique no link do blog de Una Voce Brasil


Bento XVI mais de perto

domingo, 18 de setembro de 2011

Cardenal-Arzobispo de Varsovia asiste a Misa tradicional




Su Eminencia el Cardenal Kazimierz Nycz, Arzobispo de Varsovia, en Polonia, asistió a la celebración de la Santa Misa Solemne en su Forma Extraordinaria, el pasado 14 de septiembre, fiesta de la Exaltación de la Santa Cruz; coincidiendo con el 4° aniversario del motu proprio Summorum Pontificum y 15° aniversario del inicio de las celebraciones con el Misal del Beato Juan XXIII en la capital polaca.

La Santa Misa fue celebrada en la iglesia de San Clemente, en Varsovia. Oficiado por el padre Krzysztof  Stępowski (CSsR ), asistiéndole como diácono el  padre Gregory Śniadoch (IBP), y como subdiácono el padre Mateo Markiewicz (IBP).

Nowy Ruch Liturgiczny
Una Voce Córdoba
Acción Litúrgica

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Nossa Senhora das Dores, rogai por nós!


Dos Sermões de São Bernardo, abade
(Sermo in dom. infra oct. Asumptionis,14-15:
Opera omnia, Edit. Cisterc. 5[1968],273-274)
(Séc.XII)

Estava sua mãe junto à cruz

O martírio da Virgem é mencionado tanto na profecia de Simeão quanto no relato da paixão do Senhor. Este foi posto, diz o santo ancião sobre o menino, como um sinal de contradição, e a Maria: e uma espada traspassará tua alma (cf. Lc 2,34-35).

Verdadeiramente, ó santa Mãe, uma espada traspassou tua alma. Aliás, somente traspassando-a, penetraria na carne do Filho. De fato, visto que o teu Jesus – de todos certamente, mas especialmente teu – a lança cruel, abrindo-lhe o lado sem poupar um morto, não atingiu a alma dele, mas ela traspassou a tua alma. A alma dele já ali não estava, a tua, porém, não podia ser arrancada dali. Por isto a violência da dor penetrou em tua alma e nós te proclamamos, com justiça, mais do que mártir, porque a compaixão ultrapassou a dor da paixão corporal. E pior que a espada, traspassando a alma, não foi aquela palavra que atingiu até a divisão entre a alma e o espírito: Mulher, eis aí teu filho? (Jo 19,26). Oh! que troca incrível! João, Mãe, te é entregue em vez de Jesus, o servo em lugar do Senhor, o discípulo pelo Mestre, o filho de Zebedeu pelo Filho de Deus, o puro homem, em vez do Deus verdadeiro. Como ouvir isto deixaria de traspassar tua alma tão afetuosa, se até a sua lembrança nos corta os corações, tão de pedra, tão de ferro?

Não vos admireis, irmãos, que se diga ter Maria sido mártir na alma. Poderia espantar-se quem não se recordasse do que Paulo afirmou que entre os maiores crimes dos gentios estava o de serem sem afeição. Muito longe do coração de Maria tudo isto; esteja também longe de seus servos.

Talvez haja quem pergunte: “Mas não sabia ela de antemão que iria ele morrer?” Sem dúvida alguma. “E não esperava que logo ressuscitaria?” Com toda a confiança. “E mesmo assim sofreu com o Crucificado?” Com toda a veemência. Aliás, tu quem és ou donde tua sabedoria, para te admirares mais de Maria que compadecia, do que do Filho de Maria a padecer? Ele pôde morrer no corpo; não podia ela morrer juntamente no coração? É obra da caridade: ninguém a teve maior! Obra de caridade também isto: depois dela nunca houve igual.

Blog de Dom Dirceu Vegini

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Santo André de Creta sobre a Exaltação da Santa Cruz

Relicário com fragmentos da
Cruz de Nosso Senhor Jesus Cristo

Dos Sermões de Santo André de Creta, bispo

(Oratio 10 in Exaltatione sanctae crucis: PG97,1018-1019)

(Séc.VIII)

A glória e a exaltação de Cristo é a cruz

Celebramos a festa da cruz; por ela as trevas são repelidas e volta a luz. Celebramos a festa da cruz e junto com o Crucificado somos levados para o alto para que, abandonando a terra com o pecado, obtenhamos os céus. A posse da cruz é tão grande e de tão imenso valor que seu possuidor possui um tesouro. Chamo com razão tesouro aquilo que há de mais belo entre todos os bens pelo conteúdo e pela fama. Nele, por ele e para ele reside toda a nossa salvação, e é restituída ao seu estado original.

Se não houvesse a cruz, Cristo não seria crucificado. Se não houvesse a cruz, a vida não seria pregada ao lenho com cravos. Se a vida não tivesse sido cravada, não brotariam do lado as fontes da imortalidade, o sangue e a água, que lavam o mundo. Não teria sido rasgado o documento do pecado, não teríamos sido declarados livres, não teríamos provado da árvore da vida, não se teria aberto o paraíso. Se não houvesse a cruz,a morte não teria sido vencida e não teria sido derrotado o inferno.

É, portanto, grande e preciosa a cruz. Grande sim,porque por ela grandes bens se tornaram realidade; e tanto maiores quanto, pelos milagres e sofrimentos de Cristo, mais excelentes quinhões serão distribuídos. Preciosa também porque a cruz é paixão e vitória de Deus: paixão, pela morte voluntária nesta mesma paixão; e vitória porque o diabo é ferido e com ele a morte é vencida. Assim, arrebentadas as prisões dos infernos, a cruz também se tornou a comum salvação de todo o mundo.

É chamada ainda de glória de Cristo, e dita a exaltação de Cristo. Vemo-la como o cálice desejável e o termo dos sofrimentos que Cristo suportou por nós. Que a cruz seja a glória de Cristo, escuta-o a dizer: Agora, o Filho do homem é glorificado e nele Deus é glorificado e logo o glorificará (Jo 13,31-32). E de novo: Glorifica-me tu, Pai, com a glória que tinha junto de ti antes que o mundo existisse (Jo 17,5). E repete: Pai, glorifica teu nome. Desceu então do céu uma voz: Glorifiquei-o e tornarei a glorificar (Jo 12,28), indicando aquela glória que então alcançou na cruz.

Que ainda a cruz seja a exaltação de Cristo, escuta o que ele próprio diz: Quando eu for exaltado, atrairei então todos a mim (cf. Jo 12,32). Bem vês que a cruz é a glória e a exaltação de Cristo.


Blog de Dom Dirceu Vegini

Encontro no Vaticano com representantes da Fraternidade Sacerdotal São Pio X

Cidade do Vaticano, 14 set (RV) - O Superior-Geral da Fraternidade Sacerdotal São Pio X – fundada por Dom Marcel Lefebvre –, Dom Bernard Fellay, esteve nesta quarta-feira no Vaticano para um encontro com o Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, Cardeal William Joseph Levada.

Estiveram também presentes o Secretário do referido organismo vaticano, Dom Luis Ladaria; e o Presidente da Pontifícia Comissão Ecclesia Dei, Dom Guido Pozzo.

Dom Fellay encontrava-se acompanhado dos reverendos Niklaus Pfluger e Alain-Marc Nély, respectivamente, primeiro e segundo Assistente-Geral da Fraternidade. O encontro, que durou cerca de duas horas, realizou-se num clima cordial e correto.

"Após o pedido feito a Bento XVI pelo Superior-Geral da Fraternidade Sacerdotal São Pio X, em 15 de dezembro de 2008 – refere um comunicado publicado pela Sala de Imprensa da Santa Sé –, o Papa decidiu suspender a excomunhão aos quatro bispos consagrados pelo Arcebispo Lefebvre, e, ao mesmo tempo, abrir os colóquios doutrinais com a Fraternidade, a fim de esclarecer os problemas de ordem doutrinal e alcançar a superação da fratura existente."

"Seguindo as disposições do Papa, uma comissão mista de estudo – composta por especialistas da Fraternidade Sacerdotal e por especialistas da Congregação para a Doutrina da Fé – reuniu-se em oito encontros realizados em Roma entre o mês de outubro de 2009 e o mês de abril de 2011."

"Esses colóquios, que tinham o objetivo de expor e aprofundar as dificuldades essenciais sobre temas controversos, alcançaram a finalidade de esclarecer as respectivas posições e suas motivações" – lê-se no comunicado da Sala de Imprensa da Santa Sé.

"Considerando também as preocupações e as instâncias apresentadas pela Fraternidade Sacerdotal São Pio X no que tange à custódia da integridade da fé católica diante da hermenêutica da ruptura do Concílio Vaticano II em relação à Tradição – da qual fez menção Bento XVI no discurso à Cúria Romana (22-XII-2005) –, a Congregação para a Doutrina da Fé considera como base fundamental para o alcance da plena reconciliação com a Sé Apostólica a aceitação do texto do Preâmbulo Doutrinal que foi entregue durante o encontro" desta quarta-feira, prossegue o comunicado.

"Tal Preâmbulo enuncia alguns princípios doutrinais e critérios de interpretação da doutrina católica, necessários para assegurar a fidelidade ao Magistério da Igreja e o "sentire cum Ecclesia', ao mesmo tempo, deixando à legítima discussão o estudo e a explicação teológica de cada expressão individualmente considerada ou de formulações presentes nos documentos do Concílio Vaticano II e do Magistério sucessivo."

"Nessa reunião – conclui o comunicado – foram propostos alguns elementos de uma solução canônica para a Fraternidade Sacerdotal São Pio X, após a eventual e auspiciada reconciliação."

Dentre as soluções canônicas, a mais provável é a da criação de uma Prelazia pessoal internacional.

Radio Vaticano

Et ego, si exaltatus fuero a terra, omnia traham ad meipsum. Io 12, 32